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sexta-feira, 11 de março de 2011

AS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ


Introdução. - Disciplina Espiritual – É Crescer em Cristo.

A disciplina espiritual é essencial para o crescimento e desenvolvimento Cristão. Embora doloroso no começo, a disciplina espiritual resultante de obediência e fé produz muitas bênçãos (Hb 12.11). Cada cristão deve tornar-se disciplinado a fim de crescer espiritualmente.

Disciplina espiritual é um processo contínuo que ajuda o cristão a maturar em Cristo e a conhecer a vontade de Deus. É tanto uma atitude de entrega quanto uma atividade em santidade. Disciplinas espirituais específicas incluem treinamento pessoal para o estudo da Bíblia, oração, culto, comunhão, serviço ou testemunho, entre outras práticas cristãs. A busca conscienciosa e criativa dessas disciplinas espirituais deveria ser cultiva ao longo de toda a vida do cristão (Hb 6.11-12). Infelizmente, pouca importância damos às disciplinas da vida Cristã.

Por que as disciplinas da vida cristã são tão importantes? Em que reside o seu mérito?

Estaremos iniciando um Trimestre sobre “As Disciplinas da Vida Cristã” . Assunto que pouco se dar importância, mas que é mostrado nas Escrituras Sagradas, e é de suma importância para aqueles que querem ter uma vida agradável a Deus.

“Deus não olhará para ti procurando medalhas mas, sim, cicatrizes” (Hubbard). É outra maneira de dizer que ele não deseja “santos amimados”. No mundo turbulento de hoje Deus necessita de homens disciplinados: soldados provados, verdadeiros, e prontos para a batalha.

A disciplina é o que os modernos mais precisam e menos desejam.
Deseja você também triunfar? Não se esqueça das Disciplinas Espirituais. Ande como Jesus andou; torne-se parecido com o seu Senhor.

I. O QUE SÃO AS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ

John Wesley cultivava a piedade, de tal maneira, que os seus colegas, da universidade, apelidaram-no de O metodista. No orar e no estudar a Bíblia, metódico. Erguendo-se ele como um perfeito exemplo de vida cristã, não lhe foi penoso avivar a Inglaterra no seculo 18. Wesley sabia o quanto são importantes, para o crente, as disciplinas devocionais. (Tt 1.7,8).

Definição:

Disciplinas da vida cristã são os exercícios espirituais, prescritos na Bíblia Sagrada, cujo objetivo é proporcionar ao crente uma intimidade singular com o Pai Celeste, constrangendo os que nos cercam a glorificar-lhe o Nome (Hb 12.8).

Num sentido geral, a auto-disciplina é a capacidade de regular a conduta por princípios e discernimento – e não por impulso, desejo, influência, ou costume social. Basicamente, é a capacidade de subordinar.

1) Elementos das Disciplinas da vida Cristã

De conformidade com a Bíblia, estas são as disciplinas a que se deve submeter-se o crente:
ü Adoração a Deus,
ü Leitura diária e sistemática da Bíblia,
ü Oração,
ü Serviço,
ü Mordomia do corpo e dos bens.
ü Etc. Tem você se dedicado a essas observâncias?
No livro “Disciplinas do homem Cristão” de R. Kent Hugles ele dar uma relação maior de disciplinas para nossa vida.

Nos Relacionamentos:
ü Disciplina da Pureza
ü Disciplina no Casamento
ü Disciplina da Paternidade
ü Disciplina da Amizade

Na Alma:
ü Disciplina da Mente
ü Disciplina da Devoção
ü Disciplina da Oração
ü Disciplina do Louvor

No Caráter:
ü Disciplina da Integridade
ü Disciplina da Língua
ü Disciplina do Trabalho

No Ministério:

ü Disciplina da Igreja
ü Disciplina da Liderança
ü Disciplina da Contribuição
ü Disciplina do Testemunho
ü Disciplina do Ministério.
Enfim, a Disciplina Cristã, ela deve estar em todas as áreas de nossa vida. Para inteirar-se melhor do assunto, leia o livro “Disciplinas do Homem Cristão” (R. Kent Hughes), e “Disciplinas da Mulher Cristã” (Bárbara Hughes) e também: “Disciplinas da Família Cristã” (Kent & Bárbara Hughes).

II. SÍMBOLOS DAS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ

Há pelo menos três figuras que salientam as disciplinas da vida cristã:
· O soldado,
· O atleta,
· O agricultor.
Sem exercício, perseverança e sacrifício pessoal, jamais seremos bem-sucedidos quer no campo de batalha, quer nas competições públicas ou no amanho da terra. (Pv 23.23).

A Disciplina do Soldado:

O que significa ser bom soldado de Jesus Cristo?

a) Em primeiro lugar, precisamos ser alistados no seu exército. No batismo nas águas, publicamente toma o juramento de fidelidade ao seu Comandante e veste, por assim dizer, o uniforme do soldado cristão.
Qual é a bandeira sob a qual nos alistamos? A Cruz!

b) O Soldado Precisa Treinar e Ensaiar. Um bom soldado cristão não se faz num só dia. Requer exercício com a oração, exercício com a espada (Ef 6.17) e exercício em marchar – andar em amor, em luz, em espírito e nas pegadas de Jesus.

c) O Bom Soldado Deve Servir de Bom Grado. Um voluntário vale por muitos homens constrangidos.

d) A Obediência Implícita é Requerida de um Bom Soldado. O único padrão de dever do soldado é a vontade do Comandante. Essa absoluta submissão é coisa nobre. A mais alta liberdade vem quando voluntariamente submetemos as nossas vontades à vontade de Deus.

e) Do soldado Exige-se a heróica Tolerância das dificuldades. O serviço militar exige sacrifício próprio, a resistência, a vigilância e a oposição organizada contra um inimigo incansável. Tal é a vida cristã.

f) O soldado deve estar desligado de outros problemas. “Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida”. v 4.


A Disciplina do Atleta

No tempo de Paulo, eram os atletas mais do que disciplinados, para a conquista de uma coroa de louro... imagine!! (2 Tm 2.5; I Co 9.25). Empenhavam-se além de suas forças; perseguiam o impossível.
Um atleta deve limitar legitimamente; caso contrário ele perderá o prêmio. As recompensas para o serviço cristão dependem da fidelidade. (Ver I Co 3.10-15).

A Disciplina do Agricultor


A agricultura é a mais antiga das ciências. O lavrador que trabalha deve primeiro arar a terra antes de colher, e se o fizer, ele receberá a recompensa de uma colheita abundante. Aquele que trabalha duro no campo de Deus receberá a recompensa adequada.

§ I Tm 2. 3 – “sofre ... aflições. O ministro do evangelho que permance leal a Cristo e ao evangelho, será conclamado a suportar adversidade (1.8;2.9; 2 Co 11.23 - 29). Como o soldado, o crente precisa estar disposto a enfrentar dificuldades e sofrimentos, e a lutar espiritualmente com total dedicação ao seu Senhor (Ef 6.10-18). Como faz o atleta, o crente precisa estar disposto à renúncia, e a viver uma vida cristã de rígida disciplina (v.5). Como o agricultor, deve assumir o compromisso de trabalhar arduamente, e isso em horários prolongados (v.6).


III. A EFICÁCIA DAS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ

1) As Disciplinas da Vida Cristã são Eficazes Contra o Pecado. (Dn 1.8). Você é suficientemente forte para dizer não ao pecado, como fez Daniel ainda bem jovem?

2) As Disciplinas da Vida Cristã são Eficazes no Serviço Cristão. Paulo foi um dos Apóstolo mais disciplinado que Jesus já teve. Em apenas 14 anos aproximadamente, ele avançou com o Cristianismo de Antioquia até Roma.


CONCLUSÃO:

A Vida Cristã é séria, desafiante e exigente. Não é como um piquenique glorificado ou um desfile de modas; mas, sim, como um campo de batalha. O nosso Capitão é o Redentor do mundo, que “não agradou a Si mesmo”. Sejamos Seus discipulos. Sem este espírito de sinceridade e consagração, que traduz paixão pela causa do Reino, os nossos esforços em nos tornarmos pessoas disciplinadas serão inúteis. Mas com este espírito, a nossa disciplina encontrará o seu propósito cristão e a plena realização.


Que Deus, em Cristo nos abençoe!
MARIA VALDA
Pastora

A VISÃO DO LIVRO SELADO COM SETE SELOS E A DO CORDEIRO


Apocalipse 5. 1 – 14

Introdução:

Caps. 4.1 – 5. 14. Deus aparece numa bela cena de adoração como o Rei do céu e da terra. Está rodeado por coortes angelicais (1 Rs 22. 19; Jó 1.6; 2. 1; Sl 89. 6 – 7; Ez 1; Dn 7. 9 – 10). Seu governo foi estabelecido na criação (4. 11), é exercido no panorama da História (6. 1 – 22. 5), é conduzido à plenitude através do Cordeiro (cap. 5; 22. 1) e é celebrado com cânticos de louvor (1.6).

O Apocalipse é basicamente um livro sobre Deus e sua grandeza. Os segredos da história e da batalha espiritual centram-se no próprio Deus. Todo o Universo destina-se a ser preenchido com a glória (21. 22 – 23), a bondade (22. 1 – 5) e o louvor de Deus (5. 13). Portanto, a forma do desfecho da história é revelada aqui resumidamente (Mt 6. 10).

Quando o povo de Deus sofre por causa de tentação ou perseguição, uma revelação do caráter e da glória de Deus é o melhor remédio. Seu poder garante a vitória final, sua justiça garante a defesa do direito, sua bondade e magnificência garantem bênção e conforto. O sangue do Cordeiro demonstra que a redenção já foi efetivamente realizada.

Obs. 4. 11 – o objetivo deste capítulo está resumidamente neste versículo: todas as criaturas do céu e da terra louvarão e honrarão a Deus porque Ele é o Criador de todas as coisas e aquele que as sustenta.

Cap. 5. 1 – 14. – João relata nos caps. 4 – 5 duas partes de uma única e magnífica visão da glória de Deus. Um segundo ato dramático da visão é introduzido em 5. 1. A ação transfere o foco da Criação em 4.11 para a Redenção e a restauração. Os propósitos da redenção e do governo de Deus somente podem ser realizados através daquele que é incomparavelmente digno – JESUS CRISTO.

Ele é, simultaneamente, o Leão feroz da tribo de Judá, lutando contra os inimigos de Deus (Ap 17. 14; 19. 11- 21), e o manso Cordeiro que foi morto, aquele que comprou seu povo com o sangue de seu sacrifício de expiação vv. 9 – 10).

Somente Deus, na plenitude da sua trindade, pode cumprir esses grandes propósitos.

Observe a presença do Pai (“daquele que estava sentado no trono”, vs. 1, 7), do Filho (“Cordeiro”, vs 6 – 7) e do Espírito de Deus (v. 6; 1. 4), o qual é os chifres e os olhos do Cordeiro.

Esse capítulo constitui a cena introdutória do primeiro ciclo de juízos que conduzem à Segunda Vinda de Cristo. O Cordeiro e o livro selado são apresentados. A abertura dos selos em 6. 1 – 8.1 acionam uma série de juízos que se originam no trono e no propósito de Deus e termina com a sua manifestação final como Juiz. Ver notas em 6. 12 – 17 e 8. 1 – Bíblia de Estudo de Genebra.

Apocalipse 5.1 Livro: O livro pode representar várias coisas: a aliança de Deus, sua lei, suas promessas, seus planos ou talvez uma vontade legal. O estreito paralelismo com Dn 12. 4 torna possível que o livro seja celeste, contendo o plano de Deus e o destino do mundo.

A abertura do livro significa a realização das coisas pertencentes aos propósitos de Deus.

João chora (v.4) porque anseia pela realização dos propósitos de Deus (Mt 6. 10) e porque percebe a dificuldade de como eles se realizarão. No entanto, através do sacrifício decisivo de Cristo, uma multidão é redimida (v. 9) e os propósitos do êxodo e do domínio original do homem finalmente são cumpridos (v. 10).

Cap. 5. 6: Como tendo sido morto. “Como” é usado porque o Cordeiro foi morto, mas agora está vivo “pelos séculos dos séculos” (1. 18). Os propósitos de Deus para a história podem se concretizar somente com base na morte e na ressurreição de Jesus Cristo.

Sete chifres. Chifres freqüentemente representam poder (Sl 89. 17; 92. 10; Dn 7. 8; 8. 3). Neste caso, representam o poder do Espírito de Cristo pleno da vida eterna (Jo 3. 34; Rm 8. 11; I Co 15. 45).

Cap. 5.9 – toda Tribo, Língua, Povo e Nação. Na batalha espiritual, tanto Deus como Satanás reivindica fidelidade em escala Universal. (7. 9; 10. 11; 11. 9; 12. 5; 13. 7; 14. 6, 8; 15. 4; 17. 15; 18. 3; 19. 15; 20. 3). Através do mérito e do poder do sacrifício de Cristo os propósitos de Deus serão realizados, cumprido a promessa feita a Abraão de abençoar todas a Nações (Ap 7. 9 -17; 21. 24 – 27; Gn 12. 3; 22. 18; Is 60. 1 – 5).

Ap 5. 10 – Reino e Sacerdotes.

Ap 5. 11- 14: Louvores que começaram nos círculos internos de adoração ao redor do trono agora se expandem até encherem o Universo.

Ap 5. 14 – O cenário do cap. 5 mostra que somente o Cordeiro Jesus Cristo, é digno de abrir o livro ou pergaminho (os eventos da história). Jesus, e não Satanás é quem detém o futuro. Jesus Cristo está no controle de tudo, e somente Ele será digno de dar Início aos acontecimentos dos últimos dias da História.

Glória Jesus!

O CRISTÃO E A ÉTICA CRISTÂ


Ref. Tito 3.12 - 15

Introdução : A grande ênfase da carta de Tito é as boas obras. Somos salvos não pelas boas obras, mas pela misericórdia de Deus, nosso Salvador (3.5), e somos justificados pela graça de Jesus Cristo, nosso Salvador (3.7). Mas justamente por esse motivo temos a rigorosa obrigação de:

§ Dedicar-nos à prática das boas obras (2.14);

§ Ser exemplo, fazendo boas obras (2.7);

§ Estar prontos a fazer tudo o que é bom (3.1);

§ Empenhar-nos na prática de boas obras (3.8);

§ Praticar boas obras a fim de sermos produtivos (3.14).

Tema A Sã Doutrina e as Boas Obras

Tito 2.10 As Boas Obras é o Ornamento da Doutrina de Deus.

ÉTICA CRITÃ: é o que poderíamos chamar de : Teologia Moral.

O que Significa Ética? – a resposta, num ambiente relativista, pode ser: DEPENTE. Mas que Ética estamos falando?

1. Ética Filosófica?

2. Ética profissional?

3. Ética religiosa?

4. Ética Contemporânea?

5. Ética Crista? Sim.

A palavra ÉTICA vem do grego ETHOS, que significa “Costume”; “Disposição”, “Hábito”.

Seu Objetivo: - É estabelecer o que é certo e o que é errado.

Ética: é a investigação no campo da conduta ideal, bem como sobre as regras e teorias que a governam.

Ética Cristã: é o conjunto de regras de conduta, para o Cristão, tendo por fundamento a Palavra de Deus.

Para nós, crentes em Jesus, o certo e o errado devem ter como base a Bíblia, a nossa “Regra de fé e Prática”.

O termo Ética, ETHOS, aparece várias vezes no NT. Significando “conduta, porte e compostura”.

Ética Cristã: deve ser fundamentada no conhecimento de Deus e de sua revelação.

OITO PRINCÍPIOS ÉTICAS, orientam o comportamento dos que querem servir a Deus num mundo Relativista:

1. O Princípio da fé (Rm 14.22,23). Nesse texto,vê-se a ênfase na fé ou na convicção do crente diante de Deus, quanto ao que faz ou deixa de fazer. Ele não precisa recorrer a paradigmas humanos ou lógicos para posicionar-se quanto à atos ou palavras. Se tem dúvida, não deve fazer, pois, “tudo o que não é de fé é pecado”.

2. O Princípio da Licitude e da conveniência. (1 Co 6.12; 10. 23). Este critério orienta o cristão a que não faça as coisas apenas por que são lícitas, mas porque são lícitas e convém, à luz do referencial ético que a Palavra de Deus diz.

3. O Princípio da licitude e da edificação. – ( 1 Co 10.23b). Com base neste texto, não basta que alguma conduta ou proceder seja lícito, mas é preciso que contribua para a edificação do cristão. É um princípio irmão gêmeo do anterior. A ênfase é a edificação espiritual de quem deve posicionar-se ante o fazer ou não fazer algo.

4. O Princípio da Glorificação a Deus. (1 Co 10.31). Aí, temos um princípio ético abrangente, que inclui não só o comer ou beber, mas “qualquer coisa” que demande um posicionamento cristão. No dia-a-dia nos deparamos com situações tiviais, que exigem uma tomanda de posição ... qualquer atitude ou decisão a tomar, em termos morais, financeiros, negócios, transações, etc. tudo pode passar pelo crivo do princípio da glorificação a Deus, e o crente fiel, na direção do Espírito Santo, saberá responder sem maiores dificuldades. O que contribui para a glória de Deus não fere nenhum princípio bíblico.

5. O Princípio da ação em Nome de Jesus ( Cl 1.17). A condição do crente para realizar ou deixar de realizar algo decorre da autoridade que lhe foi conferida pelo Nome de Jesus. Assim, quando o cristão se vê na contingência de tomar uma decisão, de ordem espiritual, ou humana, pode muito bem concluir pela ação ou não, se puder realizá-la no Nome de Jesus, conforme orienta o apóstolo Paulo aos irmãos colossenses.

6. O Princípio do fazer para o Senhor . (Cl 3.23). Diante de uma atitude, de uma decisão, devemos indagar: “Estamos agradando a Deus ou aos homens?” Estamos fazendo, de todo o coração, ao Senhor?” a resposta deve ser honesta, consultando, não ao coração, mas àPalavra de Deus

7. O Princípio do respeito ao irmão mais fraco. (1 Co 8.9 – 13). Desse modo, a questão, segundo o princípio da certeza é: O que pretendo fazer o faço com certeza de fé? E essa certeza é fundamentada na Palavra de Deus? Tem respaldo na Bíblia? Não é apenas fruto de minha consciência falha, ou do meu coração enganoso? (Jr 17.9). Se a resposta for positiva, com base na Bíblia, pode ser realizado. Se não, deve ser evitado.

8. O Princípio da prestação de contas. (Rm 14.10-12). O princípio da prestação de contas nos lembra que, no trato com as pessoas ou com as coisas, não só devemos observar a Palavra de Deus, mas adverte-nos quanto à inevitável prestação de contas no futuro, e também aqui, no presente.

CONCLUSÃO:

No mundo atual, em que os absolutos foram todos desprezados, dando lugar ao relativismo exacerbado, o cristão só pode transitar, e posicionar-se corretamente, se souber observar os princípios éticos, emanados da Bíblia Sagrada. Tudo muda no mundo dos homens. Mas, diante de Deus, sua Palavra tem valor absoluto, e pode ser o guia seguro e forte contra os vendavais do relativismo avassalador, que tem invadido, até, os arraiais das igrejas evangélicas. (Salmos 119.105, Mt 24. 13).