BEM VINDO A TODOS!

sábado, 6 de outubro de 2012

A BÍBLIA - A PALAVRA DE DEUS





A Bíblia – o livro mais lido, traduzido e distribuído do mundo – desde as suas origens, foi considerada sagrada e de grande importância. E, como tal, deveria ser conhecida e compreendida por toda a humanidade. A necessidade de difundir seus ensinamentos, através dos tempos e entre os mais variados povos, resultou em inúmeras traduções para os mais variados idiomas. Hoje é possível encontrar a Bíblia, completa ou em porções, em mais de 2.527 línguas diferentes (levantamento de dez/2010).

Os mais antigos registros de tradução de trechos da Bíblia para o português datam do final do século XV. Porém, centenas de anos se passaram até que a primeira versão completa estivesse disponível em três volumes, em 1753. Trata-se da tradução de João Ferreira de Almeida.

A primeira impressão da Bíblia completa em português, em um único volume, aconteceu em Londres em 1819, também na versão de Almeida. Veja, a seguir, a cronologia das principais traduções da Bíblia completa publicadas na língua portuguesa. 

1753 - Tradução de João Ferreira de Almeida, em três volumes. 

1790 - Versão de Figueiredo, elaborada a partir da Vulgata pelo padre católico Antônio Pereira de Figueiredo. Foi publicada em sete volumes, depois de 18 anos de trabalho. 

1819 - Primeira impressão da Bíblia completa em português, em um único volume. Tradução de João Ferreira de Almeida. 

1898 - Revisão da versão de João Ferreira de Almeida, que recebeu o nome de Revista e Corrigida, 1ª edição.
 

1917 - Versão Brasileira. Elaborada a partir dos originais, foi produzida durante 15 anos por uma comissão de especialistas e sob a consultoria de alguns ilustres brasileiros. Entre eles: Rui Barbosa, José Veríssimo e Heráclito Graça.
 
1932 - Versão de Matos Soares, elaborada em Portugal. 

1956 - Edição Revista e Atualizada, de João Ferreira de Almeida, elaborada pela Sociedade Bíblica do Brasil.

1957 - Bíblia Sagrada Ave-Maria, publicada pela Editora Ave Maria. 

1959 - Versão dos Monges Beneditinos. Elaborada a partir dos originais para o francês, na Bélgica, e traduzida do francês para o português. 

1968 - Versão dos Padres Capuchinhos. Elaborada em Portugal, a partir dos originais.
1969 - Revista e Corrigida, 2ª edição, de João Ferreira de Almeida, elaborada pela Sociedade Bíblica do Brasil. 

1981 - Bíblia de Jerusalém, publicada pela Editora Paulus. 

1988 - Bíblia na Linguagem de Hoje. Elaborada no Brasil, pela Sociedade Bíblica do Brasil, a partir dos originais. 

1993 - Revista e Atualizada, 2ª edição, de João Ferreira de Almeida, elaborada pela Sociedade Bíblica do Brasil. 

1995 - Revista e Corrigida, 3ª edição, de João Ferreira de Almeida, elaborada pela Sociedade Bíblica do Brasil.
 
2000 - Nova Tradução na Linguagem de Hoje, elaborada pela Sociedade Bíblica do Brasil.

2001 - Nova Versão Internacional, publicada pela Editora Vida e Sociedade Bíblica Internacional.

2001 - Bíblia Sagrada, tradução oficial da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). 

2002 - Bíblia do Peregrino, tradução de Luís Alonso Schökel, publicada pela Editora Paulus.

2009 - Revista e Corrigida, 4ª edição, de João Ferreira de Almeida, elaborada pela Sociedade Bíblica do Brasil.

Os originais da Bíblia são a base para a elaboração de uma tradução confiável das Escrituras. Porém, não existe nenhuma versão original de manuscrito da Bíblia, mas sim cópias de cópias. Todos os autógrafos, isto é, os livros originais, como foram escritos por seus autores, se perderam. As traduções confiáveis das Escrituras Sagradas baseiam-se nas melhores e mais antigas cópias que existem e que foram encontradas graças às descobertas arqueológicas. 


Grego, hebraico e aramaico. Esses foram os idiomas utilizados para escrever os originais das Escrituras Sagradas. 


Antigo Testamento

a maior parte foi escrita em hebraico e alguns textos em aramaico.

Novo Testamento

foi escrito originalmente em grego, que era a língua mais utilizada na época. 


Para a tradução do Antigo Testamento, a SBB utiliza a Bíblia Stuttgartensia, publicada pela Sociedade Bíblica Alemã. Já para o Novo Testamento, é utilizado The Greek New Testament, editado pelas Sociedades Bíblicas Unidas. Essas são as melhores edições dos textos hebraicos e gregos que existem hoje, disponíveis para tradutores.

Muitos séculos antes de Cristo, os escribas, sacerdotes, profetas, reis e poetas do povo hebreu mantiveram registros de sua história e de seu relacionamento com Deus. Esses registros tinham grande significado e importância em suas vidas e, por isso, foram copiados muitas vezes, e passados de geração em geração. 

Com o passar do tempo, esses relatos sagrados foram reunidos em coleções conhecidas por: 

A Lei

Composta pelos livros de Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. 

Os Profetas

Incluíam os livros de Isaías, Jeremias, Ezequiel, os Doze Profetas Menores, Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis.


As Escrituras

Reuniam o grande livro de poesia, os Salmos, além de Provérbios, Jó, Ester, Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas. 


Esses três grandes conjuntos de livros, em especial o terceiro, não foram finalizados antes do Concílio Judaico de Jamnia, que ocorreu por volta de 95 d.C. 

Os livros do Antigo Testamento foram escritos em longos pergaminhos confeccionados em pele de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas. Geralmente, cada um desses livros era escrito em um pergaminho separado, embora A Lei frequentemente fosse copiada em dois grandes pergaminhos. O texto era escrito em hebraico – da direita para a esquerda – e, apenas alguns capítulos, em dialeto aramaico. 

Hoje se tem conhecimento de que o pergaminho de Isaías é o mais remoto trecho do Antigo Testamento em hebraico. Estima-se que foi escrito durante o século II a.C. e se assemelha muito ao pergaminho utilizado por Jesus na Sinagoga, em Nazaré. Foi descoberto em 1947, juntamente com outros documentos em uma caverna próxima ao Mar Morto.

Os primeiros manuscritos do Novo Testamento que chegaram até nós são algumas das cartas do Apóstolo Paulo, destinadas a pequenos grupos de pessoas de diversos povoados que acreditavam no Evangelho por ele pregado. A formação desses grupos marca o início da igreja cristã. 


As cartas de Paulo eram recebidas e preservadas com todo o cuidado. Não tardou para que esses manuscritos fossem solicitados por outras pessoas. Dessa forma, começaram a ser largamente copiados e as cartas de Paulo passaram a ter grande circulação. 

A necessidade de ensinar novos convertidos e o desejo de relatar o testemunho dos primeiros discípulos em relação à vida e aos ensinamentos de Cristo resultaram na escrita dos Evangelhos que, na medida em que as igrejas cresciam e se espalhavam, passaram a ser muito solicitados. Outras cartas, exortações, sermões e manuscritos cristãos similares também começaram a circular. 

O mais antigo fragmento do Novo Testamento hoje conhecido é um pequeno pedaço de papiro escrito no início do século II d.C. Nele estão contidas algumas palavras de João 18.31-33, além de outras referentes aos versículos 37 e 38. Nos últimos 100 anos descobriu-se uma quantidade considerável de papiros contendo o Novo Testamento e o texto em grego do Antigo Testamento.

Além dos livros que compõem o nosso atual Novo Testamento, havia outros que circularam nos primeiros séculos da era cristã, como as Cartas de Clemente, o Evangelho de Pedro, o Pastor de Hermas, e o Didache (ou Ensinamento dos Doze Apóstolos). 

Durante muitos anos, embora os evangelhos e as cartas de Paulo fossem aceitos de forma geral, não foi feita nenhuma tentativa de determinar quais dos muitos manuscritos eram realmente autorizados. Entretanto, gradualmente o julgamento das igrejas, orientado pelo Espírito de Deus, reuniu a coleção das Escrituras que constituíam um relato mais fiel sobre a vida e ensinamentos de Jesus. No Século IV d.C. foi estabelecido entre os concílios das igrejas um acordo comum, e o Novo Testamento foi constituído. 

Os dois manuscritos mais antigos da Bíblia em grego podem ter sido escritos naquela ocasião – o grande Codex Sinaiticus e o Codex Vaticanus. Estes dois inestimáveis manuscritos contêm quase a totalidade da Bíblia em grego. Ao todo são aproximadamente 20 manuscritos do Novo Testamento escritos nos primeiros cinco séculos. 


Quando Constantino proclamou e impôs o cristianismo como única religião oficial no Império Romano, no final do Século IV, surgiu uma demanda nova e mais ampla por boas cópias de livros do Novo Testamento. É possível que o grande historiador Eusébio de Cesaréia (263–340) tenha conseguido demonstrar ao imperador o quanto os livros dos cristãos já estavam danificados e usados, porque o imperador encomendou 50 cópias para igrejas de Constantinopla. Provavelmente, esta tenha sido a primeira vez que o Antigo e o Novo Testamento foram apresentados em um único volume, agora denominado Bíblia.

Estima-se que a primeira tradução foi elaborada entre 200 a 300 anos antes de Cristo. Como os judeus que viviam no Egito não compreendiam a língua hebraica, o Antigo Testamento foi traduzido para o grego. Porém, não eram apenas os judeus que viviam no estrangeiro que tinham dificuldade de ler o original em hebraico: com o cativeiro da Babilônia, os judeus da Palestina também já não falavam mais o hebraico. 


Septuaginta (ou Tradução dos Setenta)

Esta foi a primeira tradução. Realizada por 70 sábios, ela contém sete livros que não fazem parte da coleção hebraica, pois não estavam incluídos quando o cânon (ou lista oficial) do Antigo Testamento foi estabelecido por exegetas israelitas no final do Século I d.C. A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia. Eles são chamados apócrifos ou deuterocanônicos e encontram-se presentes nas Bíblias de algumas igrejas. Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.

Outras traduções começaram a ser desenvolvidas por cristãos novos nas línguas copta (Egito), etíope (Etiópia), siríaca (norte da Palestina) e em latim – a mais importante de todas as línguas pela sua ampla utilização no Ocidente. Por haver tantas versões parciais e insatisfatórias em latim, no ano 382 d.C, o bispo de Roma nomeou o grande exegeta Jerônimo para fazer uma tradução oficial das Escrituras. 

Com o objetivo de realizar uma tradução de qualidade e fiel aos originais, Jerônimo foi à Palestina, onde viveu durante 20 anos. Estudou hebraico com rabinos famosos, e examinou todos os manuscritos que conseguiu localizar. Sua tradução tornou-se conhecida como "Vulgata", ou seja, escrita na língua de pessoas comuns ("vulgus"). Embora não tenha sido imediatamente aceita, tornou-se o texto oficial do cristianismo ocidental. Neste formato, a Bíblia difundiu-se por todas as regiões do Mediterrâneo, alcançando até o Norte da Europa. 


Na Europa, os cristãos entraram em conflito com os invasores godos e hunos, que destruíram uma grande parte da civilização romana. Em mosteiros, nos quais alguns homens se refugiaram da turbulência causada por guerras constantes, o texto bíblico foi preservado por muitos séculos, especialmente a Bíblia em latim na versão de Jerônimo. 


Não se sabe quando e como a Bíblia chegou até as Ilhas Britânicas. Missionários levaram o evangelho para Irlanda, Escócia e Inglaterra, e não há dúvida de que havia cristãos nos exércitos romanos que lá estiveram no segundo e terceiro séculos. Provavelmente a tradução mais antiga na língua do povo desta região é a do Venerável Bede. Relata-se que, no momento de sua morte, em 735, ele estava ditando uma tradução do Evangelho de João. Entretanto, nenhuma de suas traduções chegou até nós. Aos poucos, as traduções de passagens e de livros inteiros foram surgindo.

Na Alemanha, em meados do século 15, um ourives chamado Johannes Gutenberg desenvolveu a arte de fundir tipos metálicos móveis. O primeiro livro de grande porte produzido por sua prensa foi a Bíblia em latim. Cópias impressas decoradas à mão passaram a competir com os mais belos manuscritos. Esta nova arte foi utilizada para imprimir Bíblias em seis línguas antes de 1500 – alemão, italiano, francês, tcheco, holandês e catalão. E em outras seis línguas até meados do século 16 – espanhol, dinamarquês, inglês, sueco, húngaro, islandês, polonês e finlandês. 


Finalmente as Escrituras realmente podiam ser lidas na língua destes povos. Mas essas traduções ainda estavam vinculadas ao texto em latim. No início do século 16, manuscritos de textos em grego e hebraico, preservados nas igrejas orientais, começaram a chegar à Europa ocidental. Havia pessoas eruditas que podiam auxiliar os sacerdotes ocidentais a ler e apreciar tais manuscritos.

Uma pessoa de grande destaque durante este novo período de estudo e aprendizado foi Erasmo de Roterdã. Ele passou alguns anos atuando como professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra. Em 1516, sua edição do Novo Testamento em grego foi publicada com seu próprio paralelo da tradução em latim. Assim, pela primeira vez, estudiosos da Europa ocidental puderam ter acesso ao Novo Testamento na língua original, embora, infelizmente, os manuscritos fornecidos a Erasmo fossem de origem relativamente recente e, portanto, não eram completamente confiáveis.

Várias foram as descobertas arqueológicas que proporcionaram o melhor entendimento das Escrituras Sagradas. Os manuscritos mais antigos que existem de trechos do Antigo Testamento datam de 850 d.C. Existem partes menores bem mais antigas como o Papiro Nash do segundo século da era cristã. Mas sem dúvida a maior descoberta ocorreu em 1947, quando um pastor beduíno, que buscava uma cabra perdida de seu rebanho, encontrou por acaso os Manuscritos do Mar Morto, na região de Jericó. 

Durante nove anos, vários documentos foram encontrados nas cavernas de Qumran, no Mar Morto, constituindo-se nos mais antigos fragmentos da Bíblia hebraica que se têm notícias. Escondidos ali pela tribo judaica dos essênios no século I, nos 800 pergaminhos, escritos entre 250 a.C. a 100 d.C., aparecem comentários teológicos e descrições da vida religiosa deste povo, revelando aspectos até então considerados exclusivos do Cristianismo. 

Estes documentos tiveram grande impacto na visão da Bíblia, pois fornecem espantosa confirmação da fidelidade dos textos massoréticos aos originais. O estudo da cerâmica dos jarros e a datação por carbono 14 estabelecem que os documentos foram produzidos entre 168 a.C. e 233 d.C. 


Destaca-se, entre estes documentos, uma cópia quase completa do livro de Isaías, feita cerca de 100 a.C. Especialistas compararam o texto dessa cópia com o texto-padrão do Antigo Testamento hebraico (o manuscrito chamado Codex Leningradense, de 1008 d.C.) e descobriram que as diferenças entre ambos eram mínimas. 


Outros manuscritos também foram encontrados neste mesmo local, como fragmentos de um texto do profeta Samuel, textos de profetas menores, parte do livro de Levítico e um targum (paráfrase) de Jó. 


As descobertas arqueológicas, como a dos manuscritos do Mar Morto e outras mais recentes, continuam a fornecer novos dados aos tradutores da Bíblia. Elas têm ajudado a resolver várias questões a respeito de palavras e termos hebraicos e gregos, cujo sentido não era absolutamente claro. Antes disso, os tradutores se baseavam em manuscritos mais "novos", ou seja, em cópias produzidas em datas mais distantes da origem dos textos bíblicos.

DÍZIMOS E OFERTAS


                           



DÍZIMOS E OFERTAS
UMA DISCIPLINA ABENÇOADORA


INTRODUÇÃO:         Uma das mais importantes graças na vida cristã é a da Contribuição.  O crente que ainda não aprendeu a dar alegremente (II Co 9.7), liberalmente (II Co 8.2; Rm 12.8), o que pode (II Co 8.3), e sabiamente; ainda não começou a reconhecer seus privilégios e responsabilidades. E precisa Trabalhar em busca da Perfeição desta DISCIPLINA

Objetivos da Lição:

§   Explicar o sentido de “dízimos” e “ofertas”.
§   Descrever a importância da Contribuição Financeira.
§   Contribuir financeiramente na igreja local.

I.       O QUE SÃO OS DÍZIMOS E OFERTAS

1)          DEFININDO O TERMO “DÍZIMO”

A palavra “Dízimo” significa literalmente “a décima parte”, deve ser retirada a décima parte de tudo que produzimos antes de efetuarmos o pagamento de qualquer despesa.

2)          É Um Dever de Todo Crente – Mordomia Cristã

Trazei os dízimos à Casa do Tesouro”, isto é uma responsabilidade de todo crente. (Ml 3.10). É a entrega amorosa e voluntária do que possuímos a Deus. (I Co 4.2).

3)          É Um Ato de Obediência – (Ml 3. 8) Trazer a quantia devida, estipulada pela Bíblia. (Lv 27.30 – 32; Ml 3. 10).

4)          É Um Ato de Fé – (Ml 3. 10b) “E depois fazei prova de mim ...”

5)          É Um Ato de Amor com a Obra de Deus – (Ml 3. 10) – Nossas contribuições em dízimos e ofertas são para promover o Reino de Deus, especialmente para a Obra da Igreja Local e a disseminação do Evangelho pelo mundo ( I Co 9.4 – 14; Fp 4.15 – 18; I Tm 5. 17,18), para ajudar os necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; II Co 8. 14; 9.2).
6)          É Um Ato de Gratidão ao Senhor – ( I Cr 29. 11 – 17). Têm-se saúde, bens materiais, se temos alguma coisa, foi Deus quem os deu (Dt 8.18) “Porque é Ele o que te dá força para adquirires riquezas!”.

SINOPSE DO TÓPICO (I) - Os dízimos e as ofertas integram a mordomia cristã e são meios materiais pelos quais reconhecemos a soberania do Senhor sobre nossas finanças.

II.       ADORANDO A DEUS COM NOSSOS HAVERES

Vejamos Por Que Os Dízimos e Ofertas São Importantes.

1)          Através das contribuições financeiras, honramos a Deus. Prov. 3. 9,10.
2)          Por meio das ofertas e dízimos, mostramos a Deus nossa alegria. II Co 9.7.
3)          Por intermédio do dar, expomos a Deus um coração voluntário.  Êxodo 25.1, 2.
4)          Através do ofertar, revelamos o nosso desprendimento.  II Sm 24.24.

SINOPSE DO TÓPICO (II) – Agradar a Deus, sustentar a obra do Senhor e auxiliar os necessitados da igreja local é alguns dos motivos pelos quais é necessário o exercício da contribuição voluntária na obra do Senhor.

III.    CONTRIBUIÇÃO NA BÍBLIA

A.          No Antigo Testamento Para tudo Deus tem um plano. Teve um para a Criação, um para a construção da arca, um para o tabernáculo, e depois o templo; teve um plano, enfim para tudo que realizou.
Deus tem também um plano financeiro para o sustento da sua obra. Encontramos esse projeto bem claro na sua Palavra.
Há trinta e seis passagens na Bíblia em que se emprega a palavra dízimo, e várias outras que indicam a prática de dizimar. Vamos analisar somente as mais importantes.

A.          O Dízimo de Abraão- Gn 14. 18 -24. A prática do dízimo é muito antiga. Podemos afirmar que é tão antiga quanto à raça humana. Babilônios, gregos, romanos e árabes pagavam o dízimo.

1)          Características do dízimo de Abraão

§   Foi voluntário – Não foi pedido por Melquisedeque, mas oferecido espontaneamente por Abraão. Não foi exigido pela lei, porque Abraão viveu 400 anos antes de ela ser dado por Moisés.
§   Foi Dado em Reconhecimento da Sua Mordomia. (Gn 14.22). Foi o fato de Abraão reconhecer a propriedade divina sobre os seus bens que o levou a entregar o dízimo.

§     O Dízimo de Abraão Foi Um Tributo de Gratidão Pela Sua Vitória. (Gn 14.20). Dado como prova de reconhecimento das bênçãos divinas, o dízimo traz alegria ao coração do servo do Senhor.

§    Esse Dízimo Foi Um Ato de Adoração. Foi entregue ao sacerdote do Deus Altíssimo, àquele que representava o próprio Deus.
Quando o dízimo é entregue em espírito de culto e adoração a Deus, ganha um profundo significado para a nossa alma.

§     Notemos ainda que Abraão foi abençoado por Deus, tanto material como espiritualmente.  – Essa é a experiência, através dos séculos dos que têm sido fiéis ao Senhor no dízimo.

B.          Dízimo de Jacó. (Gn 28. 18 – 22).

§   O dizimo e a adoração. – O dízimo de Jacó apresenta as mesmas características do de Abraão: foi voluntário, dado como expressão do reconhecimento de sua mordomia, ofertado por gratidão a Deus e como ato de adoração.

§    O dízimo e a experiência religiosa. – Notemos que o voto de dar o dízimo foi feito por Jacó depois de uma profunda experiência espiritual.

O despertamento na vida religiosa traz sempre uma nova disposição de cooperar materialmente na expansão do reino de Deus.

§   O dízimo e a bênção de Deus. – Convém salientar ainda que Jacó foi grandemente abençoado por Deus. Como seu pai e seu avô receberam bênçãos materiais e espirituais.

4)    O Dízimo Incorporado à Lei -  Examinemos rapidamente três das principais referências:

a)              O dever de dizimar. Lv. 27. 30 -32.

Na lei, foram incorporadas várias práticas já estabelecidas pelo costume entre o povo de Deus. Essa lei sancionou, com a autoridade divina, o costume antigo do dízimo, como já vimos.
b)           A finalidade do dízimo. – Nm 18. 20 – 32.
Esse texto esclarece a finalidade do dízimo – o sustento do sacerdócio.

A tribo de Levi não recebeu nenhuma porção da terra, quando esta foi dividida. Deveriam ser sustentadas pelas demais tribos, para que se dedicassem inteiramente aos serviços sagrados.

c)              Beneficência – Dt 14. 22 – 29.

Aqui se acrescenta a idéia de que o dízimo era também para o amparo aos necessitados: Estrangeiros, órfãos e viúvas. (Dt 26. 12 – 15). Leia com cuidado!

C.           O Dízimo no Novo TestamentoHá crentes que não apreciam muito o fato de os pastores às vezes falarem em dinheiro.  Esquecem-se eles de que esse era um assunto freqüentemente mencionado por Jesus. A Bíblia refere-se mais vezes a dinheiro do que mesmo à oração ou à fé.

Jesus falou sobre o dinheiro 90 vezes. Dos 107 versículos do Sermão do Monte, 22 referem-se a dinheiro, e 24 das 49 parábolas de Jesus mencionam dinheiro.

1)          O Dízimo em Vigor no Novo Testamento – Há os que afirmam que o dízimo pertence ao Velho Testamento, à lei, que não temos nenhuma obrigação de pagá-lo.

§  Jesus não veio revogar o dízimo. – Jesus declarou, no Sermão do Monte, que não veio revogar a lei, mas cumpri-la.

Devemos fazer distinção entre lei cerimonial e lei moral. A cerimonial ficou circunscrita ao VT. Referia-se a costumes próprios do povo de Israel, sobre alimentação, etc. Não temos nenhuma obrigação, hoje, para com essa lei.

Há, porém, a lei moral. Essa permanece. O dízimo pertence à lei moral de propriedade. O princípio de que Deus é o dono de tudo permanece, e com ele o nosso reconhecimento dessa propriedade, expresso através do dízimo.

§    Referências ao Dízimo no Novo Testamento. – Há três referências ao dízimo no NT. Duas delas, paralelas, se referem à recomendação de Jesus aos fariseus quanto ao dízimo (Mt 23.23; Lc 11.42). A terceira é a de Hebreus 7. 1 – 10, em que Melquisedeque aparece como figura de Cristo. O autor está provando, nessa carta, a superioridade de Cristo sobre a velha dispensação; e aqui, de modo particular, sobre o sacerdócio judaico. Sendo Melquisedeque figura de Cristo quando Abraão lhe deu o dízimo, estava dando-o em figura, ao próprio Cristo.

§    O último argumento a favor do dízimo no NT. – é o do sustento do ministério sagrado. (I Co 9.11 – 14). Note a palavra “assim”. Quer dizer que do mesmo modo como eram sustentados os sacerdotes, assim deve ser sustentado os ministros do Evangelho, isto é, com os dízimos entregues pelo povo de Deus.

É importante também o verbo: “ordenou”. Trata-se de uma ordem de Cristo, cuja autoridade merece ser respeitada. É um dever do crente, como era do judeu, entregar os dízimos para o sustento do ministério. O Dr W.C.Taylon considerava essa a passagem mais forte, com referência ao dízimo, no NT.


IV.    A NATUREZA DO DÍZIMO

1.           Origem – Graça de Deus (Hb 2. 9; Jo 3.16). Na lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divina (Lv 27. 30 – 32; Nm 18. 21- 26; Dt 14.22 – 29).

2.           O Dízimo entregue ao Senhor. – No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19. 5; Sl 24.1; Ag 2.8). Ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo3. 27; I Co 4. 7) Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que ele já lhes tinha dado.


3.           O local da entrega dos dízimos. – (Ml 3.10) Todos os dízimos e ofertas eram trazidos à Casa do Senhor. Após o cativeiro babilônico, quando os judeus chegaram esqueceram-se da casa do Senhor e Deus reprovou-os severamente (Ag 1.2 – 11).

4.           Sobre que tipo de renda deve-se dizimar? – De tudo aquilo que produzimos, porque se existe mais de uma fonte aberta, é porque foi o Senhor quem abriu (Ml 3.10) “Se eu não vos abrir as janelas...”
5.           Cada um contribui proporcionalmente aos seus rendimentos. – Todos nós, bem remunerados ou não, podemos e temos o dever de contribuir liberalmente receberá recursos crescentes para poder contribuir (aumentará a nossa sementeira) e frutos multiplicados. (II Co 9.10).


V.          BÊNÇÃOS ADVINDAS DA FIDELIDADE EM DIZIMAR
Quatro Bênçãos Prometidas aos Dizimistas:

1.           Mantimento na Casa do Senhor: Não faltarão meios para dar prosseguimento a seu trabalho (Ml 3.10).

2.           Bênçãos imprevistas de natureza espiritual. (Ml 3. 10)

3.           Produtividade nos campos e nos negócios.  (Ml 3.11) – O devorador é repreendido.

4.           Reconhecimento das bênçãos divinas por parte do mundo – Torna-se por tanto um bom testemunho (Ml 3.12). “Todas as nações vos chamarão feliz”. No NT., no entanto, somos chamados a renunciar tudo por amor a ele, que tudo entregou por nós (Rm 12. 1; Lc 14. 33).


CONCLUSÃO:     A nossa Contribuição Financeira na Igreja é uma oferta que proclama que todas as coisas pertencem ao Senhor. Indica que somos gratos a Deus por sua graça e que nossa dedicação a Ele é total. No NT., somos admoestados ainda a dar em proporção ao que Deus nos fizer prosperar. Devemos, portanto, não só dar as nossas ofertas, como também cumprir com a nossa responsabilidade diante de Deus e dar o nosso dízimo. Isto não é só responsabilidade, mas também um grande privilégio dado por Deus, de podermos dar ao Senhor um pouco do muito que Ele nos tem dado gratuitamente. Portanto, Contribua alegremente e generosamente. Disciplina que precisamos aprender.

                             Deus nos abençoe em Cristo Jesus,
                                      Maria Valda
                                    Serva-Preletora.

AS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ




AS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ


Introdução - Disciplina Espiritual – É Crescer em Cristo.

A disciplina espiritual é essencial para o crescimento e desenvolvimento Cristão.  Embora doloroso no começo, a disciplina espiritual resultante de obediência e fé produz muitas bênçãos (Hb 12.11).  Cada         cristão deve tornar-se disciplinado a fim de crescer espiritualmente.

Disciplina espiritual é um processo contínuo que ajuda o cristão a maturar em Cristo e a conhecer a vontade de Deus. É tanto uma atitude de entrega quanto uma atividade em santidade.  Disciplinas espirituais específicas incluem treinamento pessoal para o estudo da Bíblia, oração, culto, comunhão, serviço ou testemunho, entre outras práticas cristãs.  A busca conscienciosa e criativa dessas disciplinas espirituais deveria ser cultiva ao longo de toda a vida do cristão (Hb 6.11-12). Infelizmente, pouca importância damos às disciplinas da vida Cristã.
Por que as disciplinas da vida cristã são tão importantes? Em que reside o seu mérito?
Estaremos iniciando um Trimestre sobre  “As Disciplinas da Vida Cristã” . Assunto que pouco se dar importância, mas que é mostrado nas Escrituras Sagradas, e é de suma importância para aqueles que querem ter uma vida agradável a Deus.

“Deus não olhará para ti procurando medalhas mas, sim, cicatrizes”  (Hubbard). É outra maneira de dizer que ele não deseja “santos amimados”.  No mundo turbulento de hoje Deus necessita de homens disciplinados:  soldados provados, verdadeiros, e prontos para a batalha.
A disciplina é o que os modernos mais precisam e menos desejam.

Deseja você também triunfar? Não se esqueça das Disciplinas Espirituais. Ande como Jesus andou; torne-se parecido com o seu Senhor.

I.          O QUE SÃO AS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ

John Wesley cultivava a piedade, de tal maneira, que os seus colegas, da universidade, apelidaram-no de O metodista. No orar e no estudar a Bíblia, metódico.  Erguendo-se ele como um perfeito exemplo de vida cristã, não lhe foi penoso avivar a Inglaterra no seculo 18. Wesley sabia o quanto são importantes, para o crente, as disciplinas devocionais.  (Tt 1.7,8).

Definição: 

Disciplinas da vida cristã são os exercícios espirituais, prescritos na Bíblia Sagrada, cujo objetivo é proporcionar ao crente uma intimidade singular com o Pai Celeste, constrangendo os que nos cercam a glorificar-lhe o Nome (Hb 12.8).
Num sentido geral,  a auto-disciplina é a capacidade de regular a conduta por princípios e discernimento – e não por impulso, desejo, influência, ou costume social.  Basicamente, é a capacidade de subordinar.

1)                 Elementos das Disciplinas da vida Cristã

De conformidade com a Bíblia, estas são as disciplinas a que se deve submeter-se o crente:
ü   Adoração a Deus,
ü   Leitura diária e sistemática da Bíblia,
ü   Oração,
ü   Serviço,
ü   Mordomia do corpo e dos bens.
ü   Etc. Tem você se dedicado a essas observâncias?
No livro “Disciplinas do homem Cristão” de R. Kent Hugles ele dar uma relação maior de disciplinas para nossa vida.
Nos Relacionamentos:
ü   Disciplina da Pureza
ü   Disciplina no Casamento
ü   Disciplina da Paternidade
ü   Disciplina da Amizade

Na Alma:

ü   Disciplina da Mente
ü   Disciplina da Devoção
ü   Disciplina da Oração
ü   Disciplina do Louvor

No  Caráter:

ü   Disciplina da Integridade
ü   Disciplina da Língua
ü   Disciplina doTrabalho

No Ministério:

ü   Disciplina da Igreja
ü   Disciplina da Liderança
ü   Disciplina da Contribuição
ü   Disciplina doTestemunho
ü   Disciplina do Ministério.

Enfim,  a  Disciplina Cristã,  ela deve estar em todas  as áreas de nossa vida.  Para inteirar-se melhor do assunto, leia o livro “Disciplinas do Homem Cristão” (R. Kent Hughes), e “Disciplinas da Mulher Cristã”  (Bárbara Hughes) e também: “Disciplinas da Família Cristã” (Kent & Bárbara Hughes).

II.          SÍMBOLOS DAS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ

Há pelo menos três figuras  que salientam as disciplinas da vida cristã:
·              O soldado,
·              O atleta,
·              O agricultor.
Sem exercício, perseverança e sacrifício pessoal, jamais seremos bem-sucedidos quer no campo de batalha, quer nas competições públicas ou no amanho da terra. (Pv 23.23).

A Disciplina do Soldado: 

O que significa ser bom soldado de Jesus Cristo?

a)          Em primeiro lugar,  precisamos ser alistados no seu exército. No batismo nas águas, publicamente toma o juramento de fidelidade ao seu Comandante e veste, por assim dizer, o uniforme do soldado cristão.
               Qual é a bandeira sob a qual nos alistamos? A Cruz!

b)          O Soldado Precisa Treinar e Ensaiar. Um bom soldado cristão não se faz num só dia. Requer exercício com a oração, exercício com a espada (Ef 6.17) e exercício em marchar – andar em amor, em luz, em espírito e nas pegadas de Jesus.

c)            O Bom Soldado Deve Servir de Bom Grado. Um voluntário vale  por muitos homens constrangidos.

d)          A Obediência Implícita é Requerida de um Bom Soldado.           O único padrão de dever do soldado é a vontade do Comandante.  Essa absoluta submissão é coisa nobre. A mais alta liberdade vem quando voluntariamente submetemos as nossas vontades à vontade de Deus.

e)           Do soldado Exige-se a heróica Tolerância das dificuldades.  O serviço militar exige sacrifício próprio, a resistência, a vigilância e a oposição organizada contra um inimigo incansável.  Tal é a vida cristã.

f)             O soldado deve estar desligado de outros problemas.  “Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida”. v 4.

A Disciplina do Atleta

No tempo de Paulo, eram os atletas mais do que disciplinados, para a conquista de uma coroa de louro... imagine!! (2 Tm 2.5; I Co 9.25). Empenhavam-se além de suas forças; perseguiam o impossível.

Um atleta  deve limitar legitimamente; caso contrário ele perderá o prêmio.  As recompensas para o serviço cristão dependem da fidelidade. (Ver I Co 3.10-15).

A Disciplina do Agricultor

A agricultura é a mais antiga das ciências. O lavrador que trabalha deve primeiro arar a terra antes de colher, e se o fizer, ele receberá a recompensa de uma colheita abundante. Aquele que trabalha duro no campo de Deus receberá a recompensa adequada.

§    I Tm 2. 3 – “sofre ... aflições.  O ministro do evangelho que permance leal a Cristo e ao evangelho, será conclamado a suportar adversidade (1.8;2.9; 2 Co 11.23 - 29). Como o soldado, o crente precisa estar disposto a enfrentar dificuldades e sofrimentos, e a lutar espiritualmente com total dedicação ao seu Senhor (Ef 6.10-18). Como faz o atleta, o crente precisa estar disposto à renúncia, e a viver uma vida cristã de rígida disciplina (v.5).  Como o agricultor, deve assumir o compromisso de trabalhar arduamente, e isso em horários prolongados (v.6).

III.          A EFICÁCIA DAS DISCIPLINAS DA VIDA CRISTÃ

1)            As Disciplinas da Vida Cristã são Eficazes Contra o Pecado.  (Dn 1.8). Você é  suficientemente forte para dizer não ao pecado, como fez Daniel ainda bem jovem?

2)          As Disciplinas da Vida Cristã são Eficazes no Serviço Cristão.  Paulo foi um dos Apóstolo mais disciplinado que Jesus já teve. Em apenas 14 anos aproximadamente, ele avançou com o Cristianismo de Antioquia até Roma.


Conclusão

A Vida Cristã é séria,  desafiante e exigente. Não é como um piquenique glorificado ou um desfile de modas; mas, sim, como um campo de batalha.  O nosso Capitão é o Redentor do mundo, que “não agradou a Si mesmo”.  Sejamos Seus discípulos.  Sem este espírito de sinceridade e consagração,  que traduz  paixão pela causa do Reino, os nossos esforços em nos tornarmos pessoas disciplinadas serão inúteis.  Mas com este espírito, a nossa disciplina encontrará o seu propósito cristão e a plena realização. 

                               Que Deus, em Cristo nos abençoe!


MARIA VALDA