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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

DIÁCONOS E DIACONISAS


O MINISTÉRIO DOS DIÁCONOS E DIACONISAS





Se estudarmos profundamente o livro de Atos dos Apóstolos, constataremos que a diaconia não é outra coisa senão a prestação de um serviço incondicional e amoroso a Deus e à igreja de Cristo. O diácono e diaconisa que não vive para servir a igreja do Senhor, não serve para viver como ministro de Cristo. Sem o serviço prestado com alegria a diaconia é impossível, incompleta e carnal.


Definição de diáconos - A palavra diácono é originária do vocábulo Grego diákonos e significa, etimologicamente; ajudante ou servidor. Já que o diácono é um servidor, pode ele também ser visto como um ministro; pois a essência do ministério cristão é justamente o serviço.

A instituição do diaconato - O diaconato é o único ministério cristão que originou-se de um fato social: o socorro às viúvas helenistas. Ver At 6:1-7. Após a leitura percebemos que o crescimento da igreja, o descontentamento social, o comprometimento do ministério apostólico e a organização da igreja, foram algumas das razões que levaram os apóstolos a instituírem o diaconato.

Natureza do diaconato - O que é o diaconato? Um ofício ou um ministério? Tendo em vista a análise das leituras propostas, podemos observar que o diaconato é tanto um ofício quanto um ministério. Um ofício porque sua função é claramente limitada: suprir as necessidades dos santos; daí podemos afirmar que o ofício básico do diácono é a assistência da igreja na sua estrutura interna e na parte social. Um ministério pois é uma função eclesiástica exercida por aqueles biblicamente ordenados. “E os apresentaram perante os apóstolos e estes orando, lhes impuseram as mãos” Atos 6:6.


As qualificações do diácono - As qualificações da diaconia são os requisitos imprescindíveis que tornam o obreiro cristão apto a exercer esse ministério. Tais qualificações acham-se compreendidas em Atos 6:3 e na primeira epístola de Paulo a I Timóteo 3:8-13 e são: Boa reputação, plenitude do Espírito Santo, sabedoria espiritual, honestidade, não de língua dobre, abstinência às bebidas alcoólicas, incorrupção e integridade, pura consciência na observância do ministério da fé, fidelidade conjugal, educação e governo dos filhos, e, por fim, o governo eficiente de sua casa.


Os deveres eclesiásticos dos diáconos - O diácono é o auxiliar mais direto que dispõe o pastor e anciãos, ou, pelo menos, deveria sê-lo. Diante disso deve o diácono estar sempre atento as necessidades de seu pastor. Jamais se permitirá que este venha a negligenciar a parte espiritual a fim de envolver-se com o material, isto porque, o material cabe ao diácono e, pelo lado espiritual consumir-se-á o pastor. Um problema muito grave recorrente nas igrejas, vem sendo observado com relação aos deveres diaconais, alguns diáconos tão absorvidos em pregar, acham-se tão entretidos em disputar os primeiros lugares, que acabam por se esquecer de seu pastor. Isso não quer dizer que o diácono deva privar-se do púlpito, se houver oportunidade aproveite-a, porém jamais se esquecendo todas as suas responsabilidades primárias.

Cabe também ao diácono a perfeita identificação, a defesa dos pontos de vista, o conhecimento da história e cultura de sua igreja, o conhecimento da profissão de fé, bem como o conhecimento de sua doutrina.

Cabe também ao diácono, preparar e servir a santa ceia do Senhor, de acordo com os costumes praticados por sua igreja; praticar a filantropia: campanha de alimentos, agasalho, entre outras atividades correlatas; recolher as ofertas; trabalhar na porta da igreja; evangelizar e visitar famílias da igreja.

Ética diaconal - Além das qualificações que cada diácono deve observar em seu mister, todos precisam observar a ética diaconal. A ética diaconal é a norma de conduta que o diácono deve observar no desempenho de seu ministério. A ética diaconal procede principalmente da Bíblia e do Manual da igreja.

Para que o diácono e diaconisa exerçam seu ministério dentro da ética diaconal, estes deve observar os seguintes pontos:

a) O conhecimento pleno de seu ofício.

b) A lealdade para com seu pastor e ancião.

c) Extremo cuidado quanto as crítica. Nunca faça críticas e ao ouvir o desabafo das pessoas nunca conte para outros. Seja discreto, saiba controlar a língua, caso presencie casos extremamente graves procure seu pastor.

d) Seja prudente quanto a visita ao lar, principalmente a pessoas do sexo oposto, quando ambos estiverem desacompanhados. Fugir da aparência do mal.

e) Quanto ao dinheiro, se alguém lhe quiser entregar ofertas ou dízimos, peça gentilmente que o faça na salva ou na tesouraria da igreja.

f) Exerça o seu ministério no poder do Espírito Santo, você não precisa lembrar a ninguém que é diácono. Cuidado com as arbitrariedades e ameaças, as pessoas devem vê-lo como homem e mulher de Deus.

g) Seja pontual, chegue antes de o culto começar e não se apresse em sair, seu pastor e anciãos estarão sempre a necessitar de sua ajuda.

h) Seja obediente às ordens de Jesus. Não murmure nem resmungue, e lembre-se, atender é melhor do que sacrificar.

i) Nunca se esqueça de exercer seu ministério com amor, pois assim você estará cumprindo a Lei, os profetas e todo o Novo Testamento; e será, em todas as coisas, bíblica e eticamente correto. Portanto não se esqueça de estudar diariamente a palavra de Deus. Lembre-se que o trabalho é para Deus e não para os homens.

Conclusão

Você pode exercer um diaconato irrepreensível ao agir de acordo com a Palavra de Deus e observar as normas do manual da igreja e primar pela ética. Não deixe que nada macule o seu ministério, não basta ser eficiente, é preciso que façamos tudo de acordo com a Palavra de Deus.

Que Deus abençoe a si e ao seu lar.

Luís Carlos Fonseca.

Fonte: http://temasbblicos.blogspot.com.br

LIÇÃO 4 - ELIAS E OS PROFETAS DE BAAL




LIÇÃO 4 - ELIAS E OS PROFETAS DE BAAL

Texto Áureo: I Rs. 18.21 – Leitura Bíblica: I Rs. 18.36-40

Prof. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD




INTRODUÇÃO: - A apostasia em Israel era manifestada no sincretismo religioso, isto é, a mistura de crenças. Nestes dias esse tipo de pensamento predomina, principalmente no contexto da pós-modernidade. Veremos, na lição de hoje, que os profetas de Baal precisavam ser confrontados por Elias. E que, atualmente, devemos assumir uma posição profética confrontando posicionamentos contrários à Palavra de Deus.

I.     O SINCRETISMO BAALISTA EM ISRAEL               

Baal, cujo nome significa “senhor ou marido” em hebraico, era uma divindade Cananeia (I Cr. 5.5; 8.30; 9.36) adorada por alguns israelitas, inclusive nos tempos do rei Acabe. Esse deus era cultuado conjuntamente com a natureza, associado à fertilidade, por isso tinha a ver com o raio e a chuva. O povo de Israel desenvolveu uma espécie de sincretismo, uma confluência de crenças. Algumas pessoas queriam, simultaneamente, adorarem a Yahweh e a Baal. O confronto profético se fez necessário a fim de distanciar o povo da apostasia. O povo está confuso, dividido entre dois pensamentos. A assimilação do baalismo pelos israelitas resultou de uma série de fatores, dentre eles: o casamento misto com os cananeus, em sua expressão mais grave do rei Acabe com Jezabel; a participação em festas pagãs, e que fomentavam pecados sexuais; e as flexibilizações das religiões cananeias, em oposição às exigências da fé judaica. O sincretismo religioso entre baalismo e judaísmo pode ser identificado nas seguintes passagens: Jz. 2.1-5; 2.11-13,17,19; 3.5-7; 6.25). A própria combinação de palavras revela a combinação entre o Deus de Israel e o deus dos cananeus: Jeeubaal (Jz. 7.1); Beeliada (I Cr. 14.7); Es-Baal e Meribe-Baal (I Cr. 8.33,34). Em I Rs. 18, identificamos o cúmulo do sincretismo religioso em Israel. Deus levantou um profeta fiel e corajoso para confrontar os profetas de Baal, a fim de evitar que o povo fosse tomado pela idolatria.


II. O CONFRONTO DE ELIAS CONTRA OS PROFETAS DE BAAL


Diante dos descalabros do rei Acabe e da rainha Jezabel, fomentando a idolatria em Israel, Elias propôs um confronto com os profetas daquela divindade Cananeia. Ele convida todos a se apresentarem no monte Carmelo, também os quatrocentos e cinquentas profetas de Baal e os quatrocentos profetas do poste-ídolo (I Rs. 18.19). O objetivo do profeta do Senhor era revelar que de fato era o verdadeiro Deus, já que o povo se encontrava dividido entre dois pensamentos. Por isso indagou Elias: “Se o SENHOR é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu” (I Rs. 18.21). Isso mostra que a apostasia já estava generalizada, e falta de compromisso com Deus. Elias orientou para que novilhos fossem postos sobre a lenha, sem que fosse colocado fogo, Yahweh e Baal deveriam ser invocados, o que respondesse com fogo seria o verdadeiro Deus (I Rs. 18.22-26). O povo gostou da ideia, aprovou o confronto, e os profetas de Baal clamaram à divindade, que não respondeu, eles manquejavam ao redor do altar, sem êxito. Diante da falta de resposta de Baal, os profetas se flagelaram, o profeta de Deus os tratou com sarcasmo: “Clamai em altas vozes, porque ele é deus; pode ser que esteja meditando, ou atendendo a necessidades, ou de viagem, ou a dormir e despertará” (I Rs. 18.27). Em seguida Elias provoca os profetas, restaura o altar do Senhor, arma a lenha, pede para que derramem água sobre esta e ora ao Deus de Israel (I Rs. 18.36-37). A resposta foi que “caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego. O que vendo todo o povo caiu de rosto em terra e disse: O SENHOR é Deus! O SENHOR é Deus!” (I Rs. 18.38,39).


III. CONFRONTANDO OS ÍDOLOS MODERNOS


Como Elias, estamos diante de um confronto com a sociedade moderna, mas somente aqueles que estão no centro da vontade de Deus reconhecem seu ministério profético. A maioria que conta é a do Senhor, não a dos homens, de nada adianta serem 850 contra 1, se Deus estiver do lado desse 1. Como o povo de Israel não pode ficar coxeando entre dois pensamentos, divididos, a fim de sermos politicamente corretos. Precisamos tomar partido, e o partido de Deus, não o dos homens, para não sermos vomitados da boca de Cristo (Ap. 3.15,16). A maior carência nos dias atuais é a de profetas comprometidos com a verdade de Deus. Homens e mulheres de princípios, que não se vendam por dinheiro ou posição. O instrumento dos profetas do Senhor é a Sua palavra, eles sabem que precisam prestar contas Àquele que é O Senhor, não um senhor. Além da Palavra, os profetas de Deus não se apartam da oração, sabem que é por meio desta que o Senhor intervém. A oração foi o recurso que Elias usou para revelar ao povo quem era o verdadeiro Deus. Os profetas do Senhor não temem os falsos profetas, e muito menos aos deuses porque suas vidas são consagradas inteiramente a Deus. É bastante comum hoje os evangélicos ajustarem a Bíblia aos seus interesses. Ao invés de se ajustarem ao evangelho de Jesus, em toda sua radicalidade, servem mais aos seus interesses pessoais do que a pessoa de Cristo. Nestes dias de apostasia, não carecemos de mais evangélicos, mas de verdadeiros discípulos, que estejam dispostos a carregarem a cruz (Mt. 16.34-28).


CONCLUSÃO

O sincretismo religioso está comprometendo a fé de vários cristãos, igrejas inteiras estão abrindo mão da palavra, e do Senhor, e se prostrando perante outros deuses. Mas ninguém pode servir a Deus e a Mamom (Mt. 6.24), só existe um Deus Verdadeiro, que enviou Jesus Cristo (Jo. 17.3). Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vai ao Pai se não for por Ele (Jo. 14.6). Em nenhum outro há salvação, somente em Jesus está a vida eterna (At. 4.12). Não podemos fazer concessões em relação a essa verdade, que não admite qualquer tipo de sincretismo e confrontar o erro pela Palavra de Deus.


BIBLIOGRAFIA

GETZ, G. Elias: um modelo de coragem e fé. São Paulo: Mundo Cristão, 2003.
SWINDOLL, C. R. Elias: um homem de heroísmo e humildade. São Paulo: Mundo Cristão, 2001.

ELIAS E OS PROFETAS DE BAAL


ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

EBD - ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ




ELIAS E OS PROFETAS DE BAAL
27 de Janeiro de 2013


TEXTO ÁUREO

“Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada”.
[I Reis 18. 21]


VERDADE PRÁTICA

O confronto entre Elias e os profetas de Baal marcou definitivamente a separação entre a verdadeira e a falsa adoração em Israel.


Leitura Bíblica em Classe:
I Reis 18. 36 - 40






INTRODUÇÃO: - Nesta Aula veremos um dos embates mais espetaculares que as Escrituras Sagradas registram: o confronto entre o deus Baal e o Deus de Israel, ou seja, entre a mentira e a verdade, entre o falso e o verdadeiro. O Deus de Israel exporia Baal, Aserá e os falsos profetas destes falsos deuses, para deixá-los exatamente como eram: menos do que nada. E isto aconteceria em uma competição entre Elias e os “profetas” de Baal no monte Carmelo (1Rs 18:19). Assim como Elias foi chamado para mostrar que o Deus de Israel é o verdadeiro Deus, todos nós que pertencemos ao novo concerto somos chamados a defender o evangelho de Cristo contra distorções, transigência com o mal e desvio doutrinário, e que somente Jesus Cristo é o “Caminho, a Verdade e a Vida, e que ninguém vai ao Pai, senão por Ele” (João 14:6), e que “há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” (1Tm 2:5).

I.
CONFRONTANDO OS FALSOS DEUSES

A diferença entre o Deus Criador de todas as coisas, o Deus da Bíblia, e os falsos deuses é tremendamente gritante. Primeiro, porque o Deus da Bíblia é o Deus vivo e eterno, criador de todas as coisas – “Mas o Senhor é o Deus verdadeiro; ele é o Deus vivo; o rei eterno” (Jr 10:10). Segundo, os falsos deuses, são apenas imaginação do homem sem Deus, logo eles são inacessíveis, porque não existem.

Uma das características fundamentais do Deus da Bíblia, que o difere dos falsos deuses, é o fato de Ele sempre procurar se comunicar com suas criaturas. O Deus da Bíblia, em sua transcendência, sempre quis e quer comunicar-se com o ser humano, de forma imanente, para demonstrar seu amor e seu cuidado, visando à sua salvação. Os deuses, criados pela imaginação humana, sempre se mostraram inacessíveis ao relacionamento com seus adoradores, porque eles simplesmente não existem. Veja o caso do profeta Elias no Monte Carmelo, quando do embate que teve com os 850 “profetas” dos falsos deuses Baal e Aserá (1Rs 18:19).

- Os seguidores do falso deus Baal: “E, tomando o novilho que se lhes dera, prepararam-no, e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até o meio-dia, dizendo: Ah Baal, responde-nos! Porém não houve voz; ninguém respondeu. E saltavam em volta do altar que tinham feito. Sucedeu que, ao meio-dia, Elias zombava deles, dizendo: Clamai em altas vozes, porque ele é um deus; pode ser que esteja falando, ou que tenha alguma coisa que fazer, ou que intente alguma viagem; talvez esteja dormindo, e necessite de que o acordem. E eles clamavam em altas vozes e, conforme o seu costume, se retalhavam com facas e com lancetas, até correr o sangue sobre eles. Também sucedeu que, passado o meio dia, profetizaram eles até a hora de se oferecer o sacrifício da tarde. Porém não houve voz; ninguém respondeu, nem atendeu“ (1Rs 18:26-29).

- Elias, o seguidor do Deus vivo: “Sucedeu, pois que, sendo já hora de se oferecer o sacrifício da tarde, o profeta Elias se chegou, e disse: Senhor, Deus de Abraão, de Isaque, e de Israel, seja manifestado hoje que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo, e que conforme a tua palavra tenho feito todas estas coisas.  Responde-me, ó Senhor, responde-me para que este povo conheça que tu, ó Senhor, és Deus, e que tu fizeste voltar o seu coração.  Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, a lenha, as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego“ (1Rs 18:36-38).

Perceberam a diferença? Os falsos deuses são apenas imaginação humana, eles não existem. O Deus da Bíblia é vivo e verdadeiro e ouve a nossa oração e se comunica com o seu povo. Hoje, através de Jesus Cristo, único mediador entre Deus e os homens, o ser humano tem acesso ao Soberano Senhor do universo e de todas as coisas.

1. Conhecendo o falso deus Baal. Era o deus supremo dos cananeus. Em hebraico, Baal significa senhor. Seus adoradores acreditavam que o ídolo fosse o responsável pela abundância da terra e pela fertilidade do ventre. Sendo o deus da fertilidade, seu culto era marcado pela crueldade e por uma devassidão que envergonharia até Sodoma e Gomorra. Em suas cerimônias havia sacrifícios de vítimas humanas, orgias e os mais inimagináveis desregramentos; e, logicamente, louvores a Baal.

- O Moderno culto a Baal. O velho Baal continua o mesmo; tudo faz para induzir os santos à impureza. Seus profetas e adoradores também não mudaram. Vejamos, a seguir, alguns exemplos, como os seus cultos manifestam-se em nossos dias:

a) Pornografia. Não são poucos os filhos de Deus que se acham arruinados espiritualmente em consequência de revistas, filmes, vídeos pornográficos, internet e a maioria das novelas. O Senhor não atura tais coisas; são abomináveis aos seus olhos. Ele é Santo! E de seus filhos exige vida santa e irrepreensível – “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1Pe 1:15; veja ainda: Lv 20:7; Ex 19:6).

b) Diversões carnais. Infelizmente, somos obrigados a mencionar os shows promovidos em nossos púlpitos. Cantores e artistas, dizendo-se evangélicos, mas flagrantemente divorciados da graça de Deus, além de nos roubarem todo o tempo da Palavra, arrastam nossos jovens a uma vida leviana e descompromissada com Deus. A Igreja do Senhor não necessita de artistas e animadores em seus cultos, mas de homens e mulheres comprovadamente santos. Cheios do Espírito Santo hão de adorar ao Pai em espírito e em verdade (João 4:23,24).

c) Infidelidade conjugal. Numa sociedade permissiva e erotizada como a nossa, o adultério não é visto mais como algo reprovável. É toleravelmente aceito; é socialmente incentivado; é legalmente ignorado. A Bíblia não mudou! Adultério é adultério. Pecado é pecado. Ainda que busquemos justificativas teológicas a tais comportamentos, a verdade bíblica não será alterada (Ex 20:14; Mt 5:28).

2. Identificando a falsa divindade Aserá. Aserá era uma falsa deusa Cananeia muito antiga. Uma inscrição suméria datando de 1750 a.C. se refere a ela como a esposa de El, o deus pai do panteão cananeu. Como o símbolo astrológico de Baal era o Sol, Aserá é frequentemente associada com a Lua, mas seu símbolo era o planeta Vênus.

Na época do profeta Jeremias as mulheres hebreias e canaanitas amassavam pães com sua figura e eram benditos e comidos ritualmente. Pode-se constatar isso em Jeremias 7:18 – “Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira“.

Os cananeus, povo que vivia entre os israelitas, adoravam Aserá como deusa da fertilidade, talvez mesmo como deusa da sexualidade. Os misteriosos “postes-ídolos” associados aos ritos de adoração à deusa eram aparentemente troncos de árvores sem galhos. A função exata desses postes-ídolos – muitas vezes ligados à prostituição masculina e feminina – não é clara. Sabe-se somente que os profetas os consideravam repulsivos e ordenavam aos reis de Israel que os derrubassem onde quer que estivessem erigidos. O profeta Jeremias refere-se à Aserá quando menciona a “rainha dos céus” nos capítulos 7:18 e 44:17,19.

Em cada escavação arqueológica importante na Palestina são encontradas figuras femininas, datadas entre 2.000 a.C até 600 a.C. É possível que as mulheres usassem estas diminutas imagens para pedir a Aserá sua ajuda no parto ou para que lhes concedesse fertilidade.

Aserá foi a deusa de Tiro e de Sidom em épocas longínquas, ao menos desde 1200 a.C, e foi provavelmente uma esposa sidônia de Salomão quem a introduziu na corte deste rei de Israel. No reinado de Roboão, filho de Salomão, se adorava Aserá (1 Rs 14:23); e isto persistiu em vários reinados de Judá (cf. 1 Rs 15:13; 2 Cr 15:16), num claro ato de sincretismo religioso, provocando à ira o Senhor Jeová.

No reino do Norte, o rei Acabe de Israel se casou com Jezabel, filha de um rei da Sidônia, e o culto a Aserá e ao seu filho Baal foi estabelecido na corte. O culto à Aserá em Israel, persistiu até 722 a.C., mas permaneceu em Betel, pois lemos que Josias, rei de Judá, destruiu os altares que haviam sido erigidos por Jeroboão e como destruiu os postes-ídolos de Aserá – “Demais disto também Josias tirou todas as casas dos altos que havia nas cidades de Samaria, e que os reis de Israel tinham feito para provocarem à ira o Senhor; e lhes fez conforme todos os atos que tinha feito em Betel” (2 Rs 23:19)

Em fim, a repugnante e falsa deusa Aserá exerceu uma influência negativa muito grande em Israel e em Judá (Jz 2:13; 3:7; 1 Rs 11:33), o que serviu de laço para o desvio espiritual destes dois reinos, e o desvirtuamento do verdadeiro culto ao Senhor Jeová. Por isso a persistência tão exaustiva dos profetas em combater a esta maligna idolatria.

II. CONFRONTANDO OS FALSOS PROFETAS

Numa impressionante demonstração de coragem e fé, Elias desafiou 850 falsos profetas, que eram sustentados pela esposa do rei, a enfrentá-lo no Monte Carmelo. Eles aceitaram o desafio, e o povo de Israel foi testemunhar a grande disputa. Este era o mesmo povo que Elias procurava converter. Ele queria mostrar-lhe a grande diferença entre o Deus verdadeiro e os falsos deuses que o rei deles adorava – “Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o” (1 Reis 18:21).

Os israelitas, tão acostumados a seguir cegamente seus chefes religiosos, não responderam. Seus sentimentos estavam tão embotados por gerações de tradições pecaminosas que eram praticamente incapazes de distinguir o certo do errado.
Deus mostrou ao povo a diferença. Elias e os profetas de Baal prepararam dois sacrifícios. Construíram altares, puseram lenha neles e prepararam seus sacrifícios de novilhos. Elias convidou os profetas de Baal a serem os primeiros a oferecer seus sacrifícios, exceto que eles não acenderiam o fogo. Eles deveriam orar ao seu deus para que mandasse fogo para consumir o sacrifício. Elias sabia que Deus podia fazer isto, porque já tinha consumido outros sacrifícios em gerações anteriores. Mas, e Baal? Poderia produzir fogo? Seus profetas oraram, dançaram, e até se feriram para obter sua atenção, mas Baal não respondeu. Elias escarneceu-os, sugerindo que deveriam gritar mais alto para acordar seu deus. Eles berraram com mais força, mas o impotente Baal nada fez.

Elias preparou seu sacrifício. Para ter certeza de que ninguém pudesse reclamar que ele tivesse usado de alguma trapaça, ele pediu que fosse trazida água para molhar totalmente o sacrifício, a madeira e o altar. Eles trouxeram tanta água que o rego que ele tinha escavado em volta do altar encheu-se. Somente a ação de Deus poderia incendiar este sacrifício! E foi exatamente isto que aconteceu. Elias orou: “Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo saiba que tu, Senhor, és Deus e que a ti fizeste retroceder o coração deles” (1 Reis 18:37). Deus não deixou dúvida. “Então, caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego. O que vendo todo o povo caiu de rosto em terra e disse: O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (1 Reis 18:38-39). Os falsos profetas de Baal que tinham enganado o povo foram mortos.

III.
CONFRONTANDO A FALSA ADORAÇÃO

Elias pediu que o povo, os profetas de Baal e de Aserá se apresentassem num lugar determinado por ele. O povo se reuniu e Elias, sem medo, apresentou-se ao povo, exigindo dele uma definição resoluta – “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o e, se é Baal, segui-o” (1 Rs 18:21). Apesar da grande demonstração do poder de Deus, numa seca que já durava três anos e seis meses, numa clara prova de que Baal não era deus algum, não detinha controle algum sobre a natureza, o povo ainda estava coxeando entre dois pensamentos, preferindo as benesses do poder oferecidas por Jezabel no culto a Baal, bem como as seduções deste culto, que era um culto sensual, depravado e repleto de tudo aquilo que agradava a natureza pecaminosa do homem. Dinheiro, prazer, posição social eram ofertados pelos baalins e, assim, muitos, apesar de todas as evidências do poder do Senhor, continuavam titubeantes e, neste duvidar, acabavam sendo arrastados para a idolatria.

Elias desafiou o povo a fazer uma escolha definitiva entre seguir a Deus ou a Baal. Os israelitas achavam que podiam adorar o Deus verdadeiro e também Baal. O pecado deles era o de terem o coração dividido, querendo servir a dois senhores. O próprio Cristo advertiu contra essa atitude fatal (Mt 6:24; combine com Dt 30:19). O desafio de Elias foi apresentado: o Deus verdadeiro deveria responder com fogo a aceitação do sacrifício que lhe fosse dado. Elias tinha experimentado o pleno domínio de Deus sobre a natureza e tinha, assim, portanto, convicção de que somente Deus responderia com fogo a um sacrifício. Os profetas de Baal e de Asera, num total de oitocentos e cinquenta (1 Rs 18:19), tentaram, durante toda a manhã, resposta de seus deuses para o sacrifício, sem resultado.

Elias, então, depois que havia deixado tempo suficiente para que Baal respondesse ao sacrifício, oferece o seu sacrifício diante de Deus. Como Deus não é Deus de confusão (1 Co 14:33), reparou o altar, que estava quebrado, bem como pôs água abundante para que não houvesse qualquer dúvida de que era Deus quem iria operar. Este cuidado do profeta é um exemplo a seguirmos na atualidade: a operação de Deus é algo de que devemos ter certeza e convicção. Por isso, nada deve ser feito sem a devida preparação espiritual, a devida santificação (o reparo do altar), como também tudo deve ser feito às claras diante do povo, com transparência, decência e ordem (1 Co 14:40). Quantos altares desmantelados na atualidade têm buscado o “fogo divino”! e, como Deus não opera em lugares assim, recorrem a subterfúgios, a astuciosos estratagemas para impressionar o povo. Entretanto, não nos iludamos, Deus não é Deus de confusão.

Mas, além de ter reparado o altar e não deixado margem a qualquer dúvida, Elias fez uma oração. Elias não “determinou” coisa alguma a Deus, pois sua “determinação” era a disposição firme de servir a Deus, não qualquer exigência que devesse ser feita, como muitos iludidos atrevem-se a fazer em os nossos dias. Elias fez uma oração, um pedido a Deus, reconhecendo a Sua soberania, Seu senhorio – “e que eu sou teu servo“ (1 Rs 18:36). Ele poderia chamar Deus de Senhor, porque havia experimentado o controle de Deus sobre todas as coisas: o corvo, a panela da viúva, a vida do filho da viúva. Relembrou ao povo, que o escutava, que Deus era o Deus do pacto feito com os patriarcas, o Deus que havia formado a nação de Israel e que ele, Elias, era tão somente um servo dEle. Mal acabou a oração, o Senhor consumiu tudo com o fogo e o povo não teve mais dúvida alguma: só o Senhor é Deus! (1 Rs 18:36-39).

A luta contra a falsa adoração continua ainda hoje por parte dos que desejam ser fiéis a Deus. Não há como negar que ao nosso redor ecoam ainda os dons advindos de vários cultos falsos, alguns deles, transvestidos da piedade cristã. Assim como Elias, uma igreja triunfante deve levantar a sua voz a fim de que a verdadeira adoração prevaleça. É bom ressaltar que Deus não procura somente adoração, Ele procura verdadeiros adoradores (João 4: 24).

IV.
CONFRONTANDO O SINCRETISMO RELIGIOSO ESTATAL

1. O perigo do sincretismo religioso. Sincretismo é a fusão de doutrinas de diversas origens, seja na esfera das crenças religiosas, seja nas filosóficas. Na história das religiões, o sincretismo é uma fusão de concepções religiosas diferentes, ou, a influência exercida por uma religião nas práticas de uma outra.

O sincretismo que apresentamos aqui como elemento condenável, refere-se aquele que de uma forma muito direta desobedecia e afrontava os padrões morais estabelecidos para o povo de Israel, e o próprio Senhor Deus; falando especificamente do culto sensual – aonde eram incluídas imoralidade sexual religiosa, tendo para isso prostitutas cultuais -, e da adoração a outros deuses, conhecendo a verdade existencial do Deus verdadeiro que se revelou às nações por meio de Israel. Essa prática sem dúvida atraia muitos israelitas. Deus, por sua vez, exigia padrões morais para o seu povo, vida de consagração, adoração com reverência. Em Israel, à época de Acabe e Jezabel, a adoração verdadeira ao Deus verdadeiro havia se misturado com a falsa, ao deus Baal, e o resultado não podia ser mais desastroso.

Não há uma precisão da época em que começou o sincretismo entre os israelitas. Os registros bíblicos relacionam ao período da saída do povo de Israel do Egito e entrada na terra de Canaã. Israel viveu 430 anos sob o domínio egípcio e sob a influência de suas religiões. O povo egípcio sempre foi politeísta, adorava os deuses  (deus do sol), Toth (sabedoria, conhecimento, representante da Lua), Hórus (céu), Osiris (vida após a morte), Isis (amor, magia), Ged (terra), entre outros. Os filhos de Israel certamente se envolveram com estas divindades e seu culto, conforme comprova Josué: “Agora temam o Senhor e sirvam-no com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Eufrates e no Egito, e sirvam ao Senhor” (Js 24:23).

Com base nisto, é possível afirmar que Israel começou a praticar o sincretismo já no Egito, pois também eram conhecedores do Deus dos patriarcas de Israel. O primeiro caso que a Bíblia apresenta da prática do sincretismo pelos israelitas, depois da saída do Egito, foi quando Moisés subiu ao monte para falar com Deus no início da caminhada pelo deserto do Sinai. O povo vendo que ele tardava em descer pediu a Arão que fizesse um deus para eles. Isto demonstra que a adoração a outros deuses além do Deus criador, não era algo novo entre os filhos de Israel. Mas, este sincretismo sempre acarretou consequências drásticas aos israelitas, pois eram recorrentemente julgados por Deus por causa disso. Israel deveria ser modelo de obediência a Deus para outras nações, porém desobedeceu e foi infiel à Aliança. As muitas derrotas em batalhas, destruição do Reino do Norte e até o cativeiro Babilônico são tidos como consequências do sincretismo.

Principalmente no reino do Norte, o sincretismo religioso estatal era insistente e ameaçador. Apesar dos profetas, dia e noite, terem alertado sobre perigo do sincretismo, os reis não absorveram as mensagens transmitidas pelos profetas do Senhor. O reino de Acabe foi o mais danoso ao povo de Israel. A adoração verdadeira havia se misturado com a falsa e o resultado não podia ser mais desastroso.

A fidelidade a Jeová e à sua aliança era a condição necessária para que o rei e a nação tivessem a bênção do Senhor; se o rei fosse infiel, ele e o povo sofreriam as consequências. Quando Israel entrou em Canaã lhe foi dito “(…) não vos mistureis com estas nações que restaram entre vós. Não façais menção dos nomes dos seus deuses, nem por eles façais jurar, nem os sirvais, nem os adoreis”  (Josué 23:7). Antes, misturaram-se com eles e adoraram os seus deuses, fizeram tudo o que lhes ordenara que não fizessem.

O sincretismo foi combatido por séculos, mediante profetas que instavam com Jerusalém e com Samaria, para que não se misturassem com as nações que o Senhor desarraigava de diante deles. Eles deveriam destruir tudo, e sequer mencionar os seus deuses, não aprender a sua cultura, nem vivenciar a comunhão e intercâmbio de elementos. Porém, o povo de Israel não atendeu o clamor dos profetas, pelo contrário, desprezou-os. E isto lhe custou muito caro: foi desterrado da terra que o Senhor lhe dera. Deus usou a Assíria para punir ferozmente o povo de Israel por causa dos pecados continuados, da idolatria, das práticas pagãs, da desobediência à lei de Deus e do desprezo pelos profetas.

2. A resposta divina ao sincretismo. Seguir a falsos deuses é abandonar o Deus vivo e isto constitui em um terrível pecado, passível de punição. O texto sagrado diz que logo após o Senhor ter respondido com fogo a oração de Elias (1 Rs 18:38), o profeta deu a seguinte instrução ao povo: “Lançai mão dos profetas de Baal, que nem um deles escape. Lançaram mão deles; e Elias os fez descer ao ribeiro de Quisom e ali os matou” (1 Rs 18:40). A decisão de Elias não foi tomada por sua própria conta, mas seguia a orientação divina dada pelo Senhor a Moisés: “Não terás outros deuses diante de mim” (Ex 20:3); “O que sacrificar aos deuses e não só ao SENHOR será morto” (Ex 22: 20).

O culto é bíblico ou anátema. Deus não quer sacrifício, Ele requer obediência (1 Sm 15:22,23). Não podemos sacrificar a verdade para atrair as pessoas à igreja, nem podemos acrescentar coisa alguma aos preceitos de Deus. O pragmatismo se interessa pelo que dá certo, e não pelo que é certo. Ele busca o que dá resultados, e não o que é verdade. Ele tem como objetivo agradar o homem, e não a Deus.

Hoje vemos florescer o sincretismo religioso nas igrejas ditas evangélicas, principalmente promovidas pelo segmento dito neo pentecostalismo. Práticas pagãs são assimiladas nas igrejas para atrair as pessoas. Cerimônias e ritos totalmente estranhos à Palavra de Deus são introduzidos no culto para agradar o gosto dos adoradores. O sincretismo está na moda. Mas ele ainda continua provocando a ira de Deus!

O culto a Deus é composto de proclamação da palavra, explicação da mesma, louvores ao Senhor, orações e intercessões e comunhão – “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” (1 Co 14:26). Portanto, não há lugar para palhaçada e feitiçaria na igreja. Atos como esses não passam de sensualidade e libertinagem, vasão à carne e oportunidade ao pecado, criancice espiritual e brechas para Satanás agir e roubar a atenção, e difundir mal testemunho e confusão.

Afirmou Deus a Israel algo que plenamente se aplica à Igreja: “Sucederá, porém, que, se de qualquer maneira te esqueceres de Senhor teu Deus, e se seguires após outros deuses, e os servires, e te encurvares perante eles, testifico hoje contra ti que certamente perecerás. Como as nações que o Senhor vem destruindo diante de vós, assim vós perecereis, por não quererdes ouvir a voz do Senhor vosso Deus” (Dt 8: 19-20). Pense nisso!

CONCLUSÃO

Do mesmo modo que Israel foi punido pela adoração e misturas de praticas religiosas de outras divindades, também qualquer povo será assim tratado a partir do momento em que se voltar a uma prática religiosa a outros deuses, depois de terem conhecido o Deus verdadeiro.

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Referências Bibliográficas:
William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).
Bíblia de Estudo Pentecostal.
Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.
Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.
Revista Ensinador Cristão – nº 53 – CPAD.
A Teologia do Antigo Testamento – Roy B.Zuck. 
Comentário Bíblico Beacon, v.2 – CPAD.
Porção Dobrada – Pr. José Gonçalves – CPAD.
Publicado no Blog do Luciano de Paula Lourenço