BEM VINDO A TODOS!

quinta-feira, 28 de março de 2013





LIÇÃO Nº 13 - DATA: 31/03/2013 

TÍTULO: “A MORTE DE ELISEU”

TEXTO ÁUREO – II Rs 13.21

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Rs 13.14-21


INTRODUÇÃO:

A vida de Eliseu foi marcada por milagres, mas a ressurreição do cadáver que tocou nos ossos do homem de Deus não foi efetuado pelo poder que ainda existisse nos restos mortais daquele profeta. Quando muito, serviu de sinal de que o Deus de Eliseu vivia, mesmo que o profeta se houvesse reduzido a um monte de ossos. 


II. DOENÇA DE ELISEU:

II Rs 13.14 - Eliseu, que havia recebido uma porção dobrada do Espírito que estava sobre Elias, não poderia perdurar para sempre, mas tinha seu dia divinamente determinado para morrer. Sua missão foi realizada de forma esplêndida, e dela não tinha razão alguma para lamentar-se. 


A enfermidade terminal do profeta Eliseu mostra-nos que ele era um homem mortal, como qualquer um de nós. Ele atingiu o ciclo final de sua vida, aquele tempo lamentável quando um homem fica tão doente que não pode mais sobreviver, a despeito de medicamentos e de orações. 


Este versículo bíblico põe por terra um dos ensinos da Teologia da Prosperidade de que O CRISTÃO NÃO DEVE ADOECER. Os adeptos desta Teologia ensinam que: 


(1) - Todo cristão deve esperar viver uma vida plena, isenta de doenças; 


(2) - Viver de 70 a 80 anos, sem dor ou sofrimento;


(3) - Que Is 53.4-5 é algo absoluto. Fomos sarados e não existe mais doença para o crente.


MAS, O QUE NOS A BÍBLIA NOS MOSTRA?:


(1) - Eliseu sofreu de uma doença que o levou a óbito (II Rs 13.14) 


(2) - Os companheiros de Paulo adoeceram (Fp 2.30). 


(3) - Timóteo tinha uma doença crônica (1 Tm 5.23). 


(4) - Trófimo ficou doente (2 Tm 4.20). 


(5) - Jesus curou enfermos e citou Is 53.4,5 cf. Mt 8.16,17. Porém, no tanque de Betesda, havia muitos doentes, mas Jesus só curou um (Jo 5.3,8,9). 


Será que todas essas pessoas não tinham fé? 


Deus cura, sim. Mas não cura todas as pessoas. Se assim fosse, não haveria nenhum crente doente. Devemos considerar o desígnio e a soberania divina.



III. REVELAÇÃO E PROFECIA DE ELISEU:

Não foi registrado que tipo de doença Eliseu estava acometido. Provavelmente, era alguma debilidade própria da idade avançada, como no caso de Isaque e Davi (Gn 27.1-2; I Rs 1.1-4). 


Nesse tempo, Eliseu tinha sido profeta por 66 anos, seis anos a mais do que Davi ou Salomão viveram. Provavelmente, Eliseu morreu com 85 a 90 anos de idade. 


II Rs 13.15-16 - Embora tivesse morrendo, o idoso profeta ainda podia perceber o futuro. Israel teria algum alívio dos assédios dos sírios, e Jeoás seria o instrumento que conseguiria isso. Foi-lhe, pois, ordenado a ferir o chão com flechas da vitória. 


O rei precisou prover o material: O arco e as flechas. Mas Jeoás precisava da ajuda do profeta, que pôs suas mãos, a fim de cooperar e ajudar as mãos do rei. O ritual era simbólico: O rei teve que prover a força; mas ele também contava com a bênção divina, através do profeta Eliseu, o qual tinha poder com Jeová, que controla todas as coisas. Eliseu estava enfermo, mas não tão enfermo que seu poder não pudesse realizar mais um feito em favor de Israel. 


II Rs 13.18 - Além de atirar as flechas, ao rei Jeoás foi ordenado ferir a terra com flechas. Supomos que elas tenham sido atiradas contra o solo, a fim de nele penetrarem, e ficarem ali fincadas, na direção vertical. Assim como as flechas se enterrariam no solo, os corpos dos soldados sírios seriam transpassados. Cada flecha assim atirada simbolizaria uma vitória. 


O tímido rei Jeoás, não compreendendo o sentido da cerimônia do atirar das flechas, atirou somente três, garantindo, assim, somente três vitórias. 


II Rs 13.19 - Embora doente da doença que o vitimou, o idoso profeta ainda teve energia suficiente  para ficar muito indignado contra o rei Jeoás, pois havia limitado o triunfo de Israel por sua fraca visão. Naturalmente, o rei ignorava como o ritual deveria funcionar, mas a ignorância usualmente está por trás de uma visão limitada. 


Os intérpretes têm visto a realização fraca do rei Jeoás como resultante de um caráter vacilante. Todos nós, seres humanos, estamos sujeitos a esse mesmo tipo de fraqueza. Em toda vida há um cumprimento parcial daquilo que poderia ter sido. Há em nós a mistura da fraqueza e da fortaleza, do que é vital e do que é trivial. 


IV.  O ÚLTIMO E PÓSTUMO MILAGRE DE ELISEU:

II Rs 13.20 - Eliseu tinha terminado o seu curso, e seguiu pelo caminho de toda a carne. Ao contrário de Elias, ele passou pelos processos normais de morte, sepultamento e decomposição. 


O fim de Eliseu foi narrado de maneira bem simples. O idoso profeta, de carreira tão ilustre, morreu e recebeu um sepultamento honroso, porquanto um grande homem havia tombado em Israel. Mas o autor sagrado não se importou em contar sobre isso. Ele deixa-nos apenas o conhecimento de que tudo estava bem com Eliseu; tudo estava bem com a sua alma. 


II Rs 13.21 - A história do ataque dos moabitas foi narrada porque eles interromperam o sepultamento de um homem, subsequente ao sepultamento de Eliseu. 


Para compreendermos esse texto, devemos entender que os israelitas não adotavam o mesmo método de enterro dos egípcios, que colocavam os mortos em caixões. Os israelitas envolviam o morto em roupas de linho e o depositavam numa tumba. 


Esse incidente deve ter acontecido pelo menos dois anos depois da morte de Eliseu, visto que restavam apenas os seus ossos. 


Ainda mais importante é que simboliza o fato de que o ato de Eliseu nos versículos anteriores trouxe nova vida a Israel, mesmo depois da morte do profeta. 


Em sua pressa por escaparem aos assaltantes moabitas, os homens largaram o cadáver do homem morto no túmulo de Eliseu. Quando o cadáver tocou nos ossos do grande profeta, foi reanimado!


O milagre descrito destinava-se a mostrar que até no derradeiro momento, no momento em que, humanamente falando, a esperança desaparece, os homens podem contar com o poder do Deus de Eliseu. 


Homens mortos (pelo pecado) são ressuscitados quando entram em contato com os livros, com os ensinos e com a reputação de homens espirituais que, embora já tenham morrido, vivem, contudo, através das contribuições que fizeram. Entretanto, o Cristo ressurreto é Aquele que realmente faz reviver os homens espiritualmente mortos. 



V - A BREVIDADE DA VIDA:

A MORTE FÍSICA: - Na linguagem bíblica, a morte é a separação da alma e do corpo. Neste sentido, costuma-se distinguir dois tipos principais de morte: A CLÍNICA e a ABSOLUTA ou CERTA.


(A) - A MORTE CLÍNICA se dá quando o coração cessa de bater, a pressão sanguínea torna-se ilegível e a temperatura do corpo cai. No entanto, na morte clínica não há necessariamente a separação da alma e do corpo.


(B) – A MORTE ABSOLUTA ou CERTA é a separação definitiva da alma e do corpo. É a total ausência de atividades das ondas celebrais. Quatro critérios são enumerados para uma pessoa ter morte cerebral


(1ª) - Falta de receptividade de reação; 


(2ª) - Ausência de movimentos ou respiração; 


(3ª) - Ausência de reflexos; e 


(4ª) - Eletroencefalograma reto. 


Esta morte, assim, é definida como o estado no qual a ressurreição física é impossível.


Na Santa Palavra de Deus, a morte física é apresentada de várias maneiras:


(1) - Dormir (Dt 31:16; Mc 5:39; Jo 11:11; At 7:60);


(2) - Desfazer da casa terrestre deste tabernáculo (II Cor 5:1)


(3) - Deixar este tabernáculo (II Pe 1:4);


(4) - Deus pedindo a alma (Lc 12:20);


(5) - Seguir o caminho por onde não tornará (Jó 16:22)


(6) - Ser congregado ao seu povo (Gn 49:33)


(7) - Descer ao silêncio (Sl 115:17)


(8) - Expirar (At 5:10)


(9) - Tornar-se em pó (Gn 3:19)


(10) - Fugir com a sombra (Jó 14:2)


(11) - Partir (Fp 1:23)



VI - O QUE É A MORTE PARA O CRENTE:

(1) - Lucro (Fp 1:21, 23)


(2) - Uma coroação (II Tm 4:7-8)


(3) - Um descanso da labuta (Apc 14:13)


(4) - Vitória, quando tudo parece derrota (I Pe 4:12-13)


(5) - Ela completa a santificação das almas dos crentes (Hb 12:23; Apc 21:27)


(6) - É aquela que o seu aguilhão já foi retirado; é a porta ou o passo para o céu (I Cor 15:53-58) 


(7) - Através dela dormimos no Senhor (I Ts 4:14; Apc 14:13)


(8) - É uma partida (II Tm 4:6) - a palavra PARTIR quer dizer IÇAR ÂNCORA e ZARPAR. 


(9) - É uma transição (II Cor 5:1-2) - TABERNÁCULO corresponde a TENDA ou MORADA TEMPORÁRIA.


(10) - É um êxodo (Lc 9:31; II Pe 1:13-16) - ÊXODO significa SAÍDA. Israel saiu do Egito para Canaã terrestre, a terra prometida. O crente sairá do “mundo” (Egito) e partirá para a Canaã celestial. 


(11) - É estar com Cristo (Lc 23:43; Fp 1:23)


Na Palavra de Deus temos várias alusões figurativas sobre a brevidade da vida. 


Leiamos Gn 47.9 e observemos as demais passagens bíblicas: A VIDA É...: 


(A) - Como uma sombra e erva - I Cr 29:15; Jó 8:9; Sl 102:11; Ec 6:12


(B) - Como uma lançadeira - Jó 7:6; 


(C) - Como o vento - Jó 7:7


(D) - Como mensageiros rápidos, como navios veleiros e como águias que voam na comida - Jó 9:25-26


(E) - De bem poucos dias, como flor e como a sombra - Jó 14:1-2, 5


(F) - Como a relva - Sl 103:15-16


(G) - Tem apenas a extensão de um palmo - Sl 39:4-7 cf Is 38:1-5, 9-20


(H) - Breve - Sl 89:7


(I) - Como um conto ligeiro - Sl 90:9-10


(J) - Como a urdidura de um tecelão - Is 38:12


(K) - Como um vapor passageiro - Tg 4:13-14


Temos, ainda, as seguintes passagens bíblicas acerca do assunto: Gn 6:3; Lv 25:23; Jó 6:11-13; 7:7-16; 8:9; 10:5, 8-9; 14:1-2, 7-12; 21:22-26; Sl 78:39; 90:1-6, 9-12; 103:14-16; 119:84; Ec 12:1-7; Is 40:6-8 cf I Pe 1:24-25; Hb 11:8-16; I Pe 2:11.



VII.  A EXISTÊNCIA E A ETERNIDADE DE DEUS:

A Bíblia não foi escrita para provar que Deus existe; ela é uma revelação desse Deus que sempre existiu.


Ela inicia com a informação de que “No princípio criou Deus os céus e a terra”. 


Vemos, portanto, a Bíblia não começa seu texto como milhares de livros de ficção: “Era uma vez...”. Não! A Santa Bíblia começa informando que “NO PRINCÍPIO... DEUS...”


Logo, em Gn 1.1 emanam, pelo menos, duas importantes doutrinas relacionadas com a Pessoa de Deus, a saber: A EXISTÊNCIA DE DEUS e A ETERNIDADE DE DEUS.


(A) - DEUS É AUTO-EXISTENTE - Ao contrário de tudo o mais que existe no Universo, a existência de Deus apenas depende de Si mesmo. Não há qualquer fonte externa que exerça influência em o fato de Sua existência.


A afirmação de Deus em Ex 3.14 (EU SOU O QUE SOU) declara, pressupõe e evidencia o auspicioso fato de Sua Auto-Existência.


Isso quer dizer não somente que Ele sempre existiu, mas também que sempre existiu por Si mesmo. Ele possui a própria vida; Ele é vida (Sl 36.9; Is 41.4; Jo 5.26; At 17.24-25; Rm 11.25-26).


(B) - DEUS É ETERNO - Na Bíblia, a palavra ETERNIDADE é usada em três sentidos diferentes, como mostramos a seguir:


(1) - SENTIDO FIGURADO - Denota antiguidade ou duração muito prolongada - Gn 49:26; Dt 33:15; Sl 76:4; Hc 3:6);


(2) - SENTIDO LIMITADO–- Denota a existência de algo que teve princípio, mas não terá fim, como a dos anjos, das almas dos homens e do castigo dos ímpios - Gn 2:7; Ne 9:6; Jó 38:4, 7; Cl 1:16; Dn 12:2; 18:8; 25:41; Mc 3:29.


(3) - SENTIDO LITERAL–- Denota uma existência que não tem começo e nem fim, como a de Deus. O tempo tem passado, presente e futuro, mas não é assim com Deus, diante do qual o passado e o futuro se transformam no eterno presente, o agora. 


A eternidade de Deus significa que Ele é absolutamente infinito em relação ao tempo. 


Quando nos referimos a Deus, devemos estar seguros de que não existe a Seu respeito qualquer noção de princípio ou fim. Ele está livre de toda sucessão de tempo, e Ele é a causa do tempo. Ele sempre existiu e existirá para sempre. 


OU SEJA: Deus é de uma eternidade a outra. É duração sem princípio nem fim. É existência sem limites ou dimensões, sem passado ou futuro. Sua eternidade é juventude sem infância ou velhice; é vida sem nascimento ou morte; é hoje sem ontem ou amanhã.


(1) - Deus é eterno; Ele não se cansa - Gn 21:33; Dt 33:27; Sl 9:7; 92.8; Is 40:28


(2) - O Seu Trono é desde a eternidade - Sl 93.2


(3) - Ele é o Rei eterno - Jr 10.10


(4) - Ele é Deus de eternidade a eternidade - I Cr 29.10; Sl 90:2; Hc 1.12; 


(5) - Ele permanece para sempre - Sl 102.12


(6) - Os Seus anos não terão fim - Sl 102.27


(7) - Deus existe e vive para sempre (habita na eternidade) - Is 57.15


(8) - Ele é o Rei dos séculos - I Tm  1.17;


(9) - Deus possui a imortalidade - I Tm 6.16; Hb 1.12


(10) - Ele é o princípio e o fim - Apc 1.8


(11) - O domínio e o poder pertencem a Ele, antes dos séculos, agora, e para todo o sempre - Jd 25


ESSE ETERNO DEUS É O NOSSO DEUS!


VIII.  CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Eliseu começou bem o seu ministério profético e o encerrou também com excelência. Ele viveu todos os seus dias como servo do Senhor e, com certeza pode declarar como o apóstolo Paulo: - “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia...” – II Tm 4.7.


Que quando chegar o nosso dia, possamos também declarar estas mesmas palavras, para a glória e honra do nosso Deus. Amém. 




FONTES DE CONSULTA:

O Deus Vivo e Verdadeiro – CPAD – Geziel Gomes

Que É Deus? – CPAD – Severino Pedro da Silva

A Santa Trindade – CPAD – Eurico Bergstén

O Novo Comentário da Bíblia – Edições Vida Nova 

Bíblia de Estudo Vida

Comentário Bíblico NVI – F. F. Bruce

O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo – Hagnos – R. N. Champlin

ASSASSINOS




OS TIPOS DE OBREIROS QUE MATAM MINISTÉRIOS








Em Atos, a igreja em Jerusalém era composta de muitos líderes que se infiltraram no seu seio, desde os dias de Estêvão, e foram se estabelecendo como grupos de “considerados”. 


Estes considerados tinham assistência na igreja da Judéia e grande poder político nas regiões.

Entre eles, havia aqueles que se converteram ao Judaísmo, mas com algumas reservas (At 6:9). 

(a) Os libertinos 

(b) os cireneus 

(c) os alexandrinos 

(d) os intelectuais da Cilícia e da Ásia. 


Os libertinos não aceitavam mensagens como as de Estêvão, de Filipe e de Paulo. 

Não era permitido ser muito duro na palavra. 

Os libertinos queriam continuar, segundo o seu próprio nome, a sua doutrina. 

Pregadores assim era um perigo! 

Os alexandrinos eram os aristocratas. 

Eles se sentiam ofendidos com tudo. 

Eles reclamavam do barulho, da metodologia, da modernidade. 

Eles inventavam qualquer desculpa para mostrar a sua indignação, o seu temor e a sua dor de cotovelo. 

Os cireneus eram os problemáticos, pois eles não podiam ouvir falar em renovação, nem em mudanças, pois isso, certamente, os afetaria. 

Eles viviam da glória de seus pais, daquilo que fizeram os seus antepassados.

Eles apenas preenchem espaço e para nada servem. 

Hoje, os intelectuais da Cilícia aparecem apenas nas convenções; eles gritam, resmungam, desafiam, ameaçam, desrespeitam, mostram o gênio. 

Os obreiros considerados da Ásia abandonavam os amigos por qualquer situação negativa (2 Tm 1:15). 

Esse pessoal considerado da Ásia jamais se juntou a Paulo. 

Sempre haverá um grupo incrédulo no ministério e os homens de fé o enfrentarão e a luta não será nem pequena nem curta (Atos 6:9).

"Mas levantaram-se alguns que eram da sinagoga conhecida como dos libertinos, dos cireneus, dos alexandrinos, e dos da Cilícia e Ásia, e disputavam com Estêvão”.

Eles ainda estão em toda parte, tomemos cuidado.


DA BÍBLIA ÔMEGA, ATOS - NT. VOCÊ TEM UMA?


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a Serviço do Reino de Deus)
CRÉDITOS: http://jornal-da-assembleia.blogspot.com.br/


ESCOLA DOMINICAL - 

Esboço e Subsídio da Lição 13 - 

Revista da CPAD.





Tema: “A MORTE DE ELISEU”
  
Texto Áureo: 2 Rs 13.21
  
INTRODUÇÃO

Amado(a) professor(a) esta é última aula desse trimestre, sugiro que você prepare uma pequena prova, ou uma pequena gincana de perguntas, para encerrar com chave de ouro esse trimestre. Converse com o seu superintendente, compre algum brinde e presenteie o melhor aluno. Assim você agregará valores à EBD.
   
“Sujeito a Limitações Comuns”, aprende-se aqui que nem sempre o Senhor vai curar todas as doenças, ensine que não existe esse negócio de determinar pra Deus como se Deus fosse nosso servo. Se o Senhor não quiser, tal enfermidade não será curada e ponto final.
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1. A DOENÇA TERMINAL DE ELISEU

1. A Velhice de Eliseu.

“Idealizamos”, muitos homens de Deus são idealizados da maneira como as pessoas querem que eles sejam e atualmente alguns tem sido até idolatrados e essa idolatria parte também do povo. Muitos idolatram pastores, pregadores e cantores.

A Bíblia sempre relata o lado humano dos grandes homens de Deus, para que fique bem claro de quem é o poder pelo qual eles foram usados.

2. O Sofrimento de Eliseu.

 “Com o Mesmo Vigor Espiritual”, elogie esse vigor de Eliseu e compare a situação daqueles crentes que não podem sofrer nada que pensam logo em largar tudo e abandonar a obra de Deus.

Comente que, ainda que a pessoa esteja velho e até mesmo doente, pode ser usado pelo Senhor, pois Ele trabalha de forma diferente de sorte que muitas vezes não entendemos.

II.  A PROFECIA FINAL DE ELISEU

                1. A ação de Deus na Profecia.

             “Jargão”, é uma frase de efeito que de tanto ser usada fica como frase característica uma instituição ou de uma cultura.

“Eu Profetizo Sobre”, essa frase no imperativo não existe em lugar nenhum da Bíblia, pois ela passa uma vontade da pessoa que a pronuncia.

“Afetação Humana”, demonstração de afeto expressando um desejo da pessoa em que o outro seja abençoado.

 “Vontade Soberana”, vontade que não depende do querer de mais ninguém, que não precisa dar satisfação e nem pedir autorização, essa é a vontade daquele que tem todo poder.

  2. A Participação Humana na Profecia.

“faltou fé”, essa é a participação nossa na profecia de Deus para a nossa vida.

“Tratar-se de uma Mera Cerimônia”, talvez Jeoás pensasse que Eliseu já tivesse delirando ou ficando caduco. Às vezes achamos que Deus deve fazer as coisas do nosso jeito.

 “Uma Fé Tímida”, pode se ter como exemplo aquela fé que investe pouco, que se dedica pouco, que fica com o pé atrás. Convide os alunos a se empenharem na fé: se Deus prometeu uma porta de emprego, vai se preparando para trabalhar. Se Deus prometeu um ministério, vai planejando a organização dele. Se Deus prometeu um casamento, vai arrumando um trabalho e uma casa para receber a benção.
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III.  O ÚLTIMO MILAGRE DE ELISEU

    1. A Eternidade e Fidelidade de Deus.

     “Postumamente”, após a sua morte.

   “Quando Morre um Homem de Deus”, existe um outro jargão que afirma: “Quem tem promessa não morre.”, na verdade isso é uma invenção dos triunfalistas, pois na realidade muitos homens piedosos como Eliseu tem morrido e outros estão morrendo desviados no tráfico de drogas, ou nos vícios. Quem está de pé deve se cuidar para não cair.

Devido a importância que Eliseu tinha e da boa condição financeira de sua família, a sua sepultura deveria ser semelhante aquela de Jesus, cavada em rocha com uma pedra na entrada, de maneira que era só rolar a pedra e depositar o corpo. Porém já tinha um corpo lá, o de Eliseu.

2. A Honra de Eliseu.

“Deixa em Relevo”, para ser percebido indiretamente.

“Continua a ser Lembrado”, embora esse milagre tenha sido no corpo físico, podemos entendê-lo espiritualmente. Mostra aqui que após a morte o Senhor zela por nós, Jesus falou para o ladrão na cruz: “Hoje estará comigo no paraíso.” Lc 23.43 Para o Senhor a nossa história continua no céu, e não como alguns pensam, em sono profundo ou sono da alma.
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O problema das pessoas é achar que a vida se resume a esse tempo presente somente.

IV.  O LEGADO DE ELISEU

    1. Legado Sócio-Cultural.

    “Um de Seus Maiores Legados”, notamos anteriormente que a escola de profetas cresceu sob a supervisão de Eliseu.

“E disseram os filhos dos profetas a Eliseu: Eis que o lugar em que habitamos diante da tua face, nos é estreito.” 2 Reis 6:1

“Possuía Influencia”, o legado de Eliseu é que após a sua morte os profetas passaram a ser mais respeitados e também a exercerem essa influencia. É provável que a partir daí surgem os profetas literários devido a estrutura que ganhou aquela escola de profetas.  

2. Legado Espiritual.

Acredito que o grande legado espiritual de Eliseu para todas as épocas foi o seu pedido ousado, de uma poção dobrada do Espírito sobre a vida de Elias. Isso nos mostra que não é errado querermos ser tão grandes espiritualmente como outros que o Senhor usa. É extremamente bom para o Reino de Deus, que os crentes se esforcem para pregar melhor, para curar mais, para manifestar mais dons espirituais, mais unção.


Enquanto muitos ficam cobrando uma extrema humildade, não surgem jovens como Paulo, como Pedro, como Filipe, João Weslley, Moody e muitos outros.
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CONCLUSÃO

“Nunca Deixou de Ser Servo”, Eliseu teve grandes oportunidades de ficar bem financeiramente, porém nunca quis privilégios no mundo, é triste ver pessoas como Geazi que se perdem diante de uma oportunidade que Deus não deu.


“Devemos imitá-lo”, apesar de todos serem pecadores, existem pessoas que podem ser imitadas, Eliseu foi uma dessas pessoas. Seja você também uma dessas pessoas meu caro(a) professor(a).

Faça o encerramento do trimestre agradecendo a todos e apresentando a próxima revista.

Convide os alunos a estarem no próximo trimestre na EBD.

Marcos André – Superintendente e professor

Boa Aula!

CRÉDITOS>http://marcosandreclubdateologia.blogspot.com.br/