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sexta-feira, 5 de abril de 2013

escoladominicalemfoco.blogspot.com.bFAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DEUS.







ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ

FAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DEUS.
07 de Abril de 2013


TEXTO ÁUREO

“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele”

 [Gênesis 2. 18].

VERDADE PRÁTICA

A família é uma instituição divina. Ela é à base da vida social.


Leitura Bíblica em Classe:
Gênesis 2. 18 – 24


INTRODUÇÃO: - O assunto deste 2º trimestre trata da Família, como Instituição criada por Deus no Éden, no princípio de todas as coisas.  Neste trimestre, a Família é enfocada na Sociedade Pós-Moderna, como o alvo preferencial das “Portas do Inferno”.

Neste Trimestre vai ser mostrado que as Famílias Cristãs não estão isentas de conflitos, mas estes podem ser resolvidos com a ajuda divina.

Será enfatizado que a Família Cristã está sob ataque mortal das forças do mal. Mas que é possível pais e filhos vencerem, sob a orientação segura e firme da Palavra de Deus, especialmente, se a Família adotar o Culto Doméstico, [Lição 10] como atividade rotineira em seu Lar. E ainda a Lição 11 vai ressaltar o valor da Escola Dominical para a formação de caráter e da personalidade.

Mas o trimestre conclui, mostrando que podemos servir a Deus com toda a Família, submetendo-se à sua vontade.
Nesta primeira lição estudaremos a instituição da Família no plano divino, bem como a sua constituição ao longo dos anos. Veremos também as consequências da Queda na vida familiar.

OBJETIVOS:

ü   Compreender a Família no plano divino.
ü   Conscientizar-se das consequências da Queda para as famílias.
ü   Analisar a constituição familiar ao longo dos anos.

    I.          A FAMÍLIA NO PLANO DIVINO

1)           O Propósito de Deus. – Deus criou a família com propósitos sublimes, para o indivíduo e para toda a humanidade.

ü   Evitar a Solidão. - Deus não fez o homem para viver na solidão [Gn 2. 18]; Ele tinha em mente a constituição da família, mas esta não está completa só com o casal. Por isso, o Senhor previu a procriação [Gn 1. 27 – 28; Sl 68.6; 113. 9].

ü   Bem-estar Social.  - A Família foi projeto de Deus para a vivencia do homem na terra. [Gn 2. 24]. A Sociedade é formada de famílias. A igreja local é formada de famílias.

ü   Bem-estar Emocional. - Marido e mulher complementam-se em suas necessidade emocionais. Nos momentos alegres, compartilham seus sentimentos de felicidade.  Nos momentos tristes ou difíceis, ajudam-se mutualmente, impulsionados pelo amor conjugal.

ü   A Multiplicação da Espécie. - Deus quer que cada pessoa nasça no mundo, em cumprimento à ordem para o crescimento e a multiplicação da espécie humana, com base no amor e na união  entre marido e mulher; entre pais e filhos.

2)           A Primeira Família. – Não sabemos por quanto tempo viveram como um casal. Mas, experimentando o relacionamento previsto pelo Criador, geraram os primeiros filhos.

Por razões que só Deus pode avaliar plenamente, em sua divina onisciência e sabedoria, a primeira família foi vítima do ataque mortal do Maligno.  Primeiro homicídio; primeira bigamia [Gn 4. 18,19]. Daí para a poligamia e até chegar o divórcio. [Dt. 24.1-4].

3)           Jardim do Éden, Lugar de Proteção e Cuidado. – O Jardim do Éden foi o primeiro “habitat” do homem. A palavra Jardim é a tradução da palavra hebraica gan, que designa lugar fechado. Basicamente, significa “prazer ou delícia”.

ü   O Ambiente Perfeito do Éden. - Lugar aprazível, lugar delicioso, sem medo, sem pavor, sem fadiga, sem cansaço, ambiente paradisíaco.

ü   O Cuidado de Deus. – Havia perfeita harmonia entre os seres racionais e os irracionais.

ü   O Trabalho no Éden. – É interessante notar que o trabalho, a atividade da mente e do corpo, desde o princípio, foi significado por Deus.  Tudo era belo, agradável e bom. [Gn 2. 15].

ü   A Presença de Deus no Primeiro Lar. – A presença do Criador enchia o primeiro lar de muita paz e de alegria indizível. [Gn 3. 8a.] lamentavelmente, foi o cenário, onde começou a rebelião do homem contra o seu Criador.

 II.    A QUEDA E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A FAMÍLIA

A Queda não só atingiram o casal, mas a todos os seus descendentes, ao longo dos séculos, até os dias presentes. Todas as famílias são alcançadas de uma forma ou de outra, pelas consequências da Queda.

ü   Antes da Queda, o homem possuía estrutura espiritual e física excepcionais.

§    Tinha o conhecimento profundo de Deus, a comunhão direta com o Criador.

§    Tinha as bênçãos da presença de Deus no Jardim; a paz, a segurança e a alegria de se relacionar com o Criador sem intermediários;
§    Possuía conhecimento e bem-estar físico inigualáveis, sem doenças, distúrbios emocionais ou físicos; não conheciam o medo.

§    Tinha conhecimento interno e externo em relação à sua pessoa;
§    Conhecia a realidade social; conhecia o trabalho de modo útil e satisfatório [Gn 2. 15].

ü   A Vida familiar após a Queda. Terrível transtorno total na vida dos primeiros seres criados.

§    Conheceram que estavam nus, dando entender que antes não se constrangiam nessa condição.

§    Conheceram o medo. Foi à primeira enfermidade que o homem experimentou. Enfermidade ou distúrbio de ordem emocional.

§    Perderam a autoridade sobre a Criação. O homem foi criado para dominar a natureza [Gn 1. 26].  Hoje, porém, às vezes famílias perdem um ente querido por serem atingidos por insetos ou agentes microscópicos.

§    Conheceram a desarmonia. Quando questionado pelo Criador sobre o seu pecado, Adão pôs a culpa na esposa [Gn 3. 12].  A mulher pôs a culpa na serpente. Assim, teve início à tão conhecida “incompatibilidade de gênios”, que provoca desavenças entre casais, com sérias consequências sobre a estabilidade familiar.

§    O homem conheceu a maldição da terra. O trabalho passou a ser penoso e fatigante, sua missão era lavrar e guardar a terra.

§    E o pior: perdeu a vida eterna, que lhe era assegurada, na condição original, e conheceu o aguilhão da morte física. [Gn 2. 17; Ef 2. 5] e da morte espiritual, que é a separação de Deus.


III.               A CONSTITUIÇÃO FAMILIAR AO LONGO DOS SÉCULOS

1)           A Família Patriarcal. – A Família patriarcal era permitido ao homem ter diversas esposas. Este modelo é visto em todo Antigo Testamento, mas não era o molde determinado pelo Senhor. As esposas e os filhos não tinham liberdade de escolha, pois a palavra final era sempre do patriarca. A mulher era considerada cidadã de segunda categoria.

2)           A Família Nuclear. – (monogâmica). Também chamada de “família tradicional”, formada por pai, mãe e filhos, como núcleo familiar [Gn 2. 24], em torno do qual se desenvolvem ou descendentes, parentes e outros que a ela se agregam.

3)           A família na Atualidade. – Assim como o casamento, a família, na atualidade, é a instituição mais visada pelos ataques satânicos.  A família nuclear tem sido depreciada pelos intelectuais, por cientistas sociais, todos os adeptos do materialistas. Mas os maiores influenciadores para a destruição da família são os que detêm o poder da mídia. Sem sombra de dúvidas, a mídia secular está a serviço do Diabo, como instrumento poderosos para a desconstrução ou destruição dos valores tradicionais, emanados da Palavra de Deus.

CONCLUSÃO: - É importante reafirmar que o casamento foi ideia de Deus, desde o início, e Ele o criou para cumprir os seus propósitos, que podem ser resumidos da seguinte maneira: Oferecer glória a Deus; propiciar companhia para o outro; servir, um ao outro; procriar uma descendência devota e criar a unidade básica de trabalho e serviço.



Professora, Maria Valda.


LEMA:
 “Dá instrução ao SÁBIO, e ele se fará mais SÁBIO; ensina ao JUSTO, e ele crescerá em ENTENDIMENTO”. (Provérbios 9. 9).

Não Falta a Próxima Aula!  - Sua falta entristece o nosso coração!
Próxima Aula: O Professor será - Luiz Afonso

DEC Departamento de Educação Cristã
Superintendência.


A IGREJA-SHOPPING-TECNOLÓGICA







Por Marcos Barbosa
Editor do blog “VOLTEMOS ÀS RAÍZES



A igreja evangélica atual tem se enamorado com a alta tecnologia deste século e como consequência perdeu sua identidade. Sua eficácia se tornou uma piedade fria. Hoje, os templos são suntuosos e viraram verdadeiros shoppings. É a igreja-shopping-tecnológica. Nela há restaurantes, estacionamento com manobristas, sauna, pista de skate, sala de jogos, quadra poliesportiva e até academia. Sem falar dos vitrais, granitos, tapetes persas, poltronas reclináveis, e telões de plasma espalhados em pontos estratégicos na catedral climatizada e em suas dependências agregadas. Dessa forma, o crente que virou crente-cliente pode assistir o culto-show não somente dentro do templo, mas no restaurante, no estacionamento, na quadra poliesportiva, na sauna ou praticando academia. O pastor que virou executivo-pastor fecha negócios com farmácias, oficinas mecânicas, colégios e lojas de grife para que o crente-cliente tenha descontão em suas compras e utilização de serviços.








Nos domingos a igreja-shopping-tecnológica assemelha-se a um aeroporto internacional em alta estação. É um lugar de grande concentração. As pessoas não se olham nos olhos e o ruge-ruge de “ovelhas” batendo-se umas nas outras é assustador. Ninguém se conhece e a saudação padronizada “A paz do Senhor” tornou-se plástica. Na igreja-shopping-tecnológica conduzir a Bíblia na mão é ser ultrapassado. O tablet é usado pelo executivo-pastor e pelos crentes-clientes. Aliás, o executivo-pastor sempre entra na igreja com a pasta de executivo numa mão e na outra o tablet. Na escola dominical é indispensável o Notebook, o Data-show e o Smart-board.


A ceia do Senhor na igreja-shopping-tecnológica não é mais servida coletivamente, é self service. Há a “sala-ceia” onde cada fiel a qualquer momento utiliza-se do kit-ceia com textura judaizante: pão sem fermento, vinho e ervas amargas. O recolhimento dos dízimos e ofertas ocorre via cartão de crédito. A água do tanque batismal da igreja-shopping-tecnológica provém do rio Jordão. No batismo, o executivo-pastor mergulha o fiel-crente-cliente, três vezes na água do tanque batismal ao som de um shofar. A ambição religiosa na igreja-shopping-tecnológica chega ao clímax: Deus opera movido a mamon e o céu é sujeito ao comando da terra. Ou seja, a terra comanda o céu, pois há “poder” nas palavras do executivo-pastor. Após a ceia há gente vendendo sabonete “ungido”, sal “ungido”, óleo “consagrado”, tapete “poderoso”, água “benta”, perfume que exala o “cheiro de Cristo”, hidratante “santo”, e até pedaços da toalha com a qual o executivo-pastor cheio da “unção” se enxugou.








Através de sermões sempre em tom positivo, a voz aveludada do executivo-pastor consegue muitas adesões. Ninguém questiona o que ele diz. O rebanho-cliente deve se encaixar ao que o líder-executivo fala, caso contrário, é tido como rebelde. Se o líder disser que preto é branco todos devem concordar. Se o líder “decretar” todos devem se curvar. Durante o culto todos devem repetir o que o líder disser o que é para repetir, e haja papagueado! A pastoexecutivolatria entre os crentes-clientes é nauseante. O anelão de “doutor” no dedo do executivo-pastor fala muito alto ao rebanhão. No intuito de impressionar as pessoas, o executivo-pastor chama o prédio de sua igreja de santuário e os cantores de levitas. Ora, o prédio não é morada de Deus, portanto, não é santuário. O Senhor não mora em prédios, mas em pessoas convertidas. Os convertidos é que são santuários. Santuário não é o telhado, nem as colunas, nem as paredes, nem o chão, nem o púlpito, mas todos quantos foram regenerados pelo Poder de Deus. Vale salientar que o termo “levita” não é correto, pois o ministério sacerdotal que inclui os levitas se encerrou no Antigo Testamento. Todo ministério sacerdotal foi substituído integralmente por Cristo. Em Efésios 4:11 onde está listado os dons não aparece o dom de “levita” e nem faz qualquer menção a ministérios sacerdotais.


O seminário da igreja-shopping-tecnológica é secularizado. Homens como Freud, Carl Jung, Alfred Adler, Piaget, Peter Drucker, José Saramago, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Martin Luther King, Desmond Tutu, Dalai Lama, Mahatma Gandhi, Roberto Justus, Augusto Cury e Lair Ribeiro tomaram o espaço da Bíblia. Tudo é calcado na subjetividade e não em verdades históricas. Como a igreja-shopping-tecnológica quer lotação, o seu seminário ensina técnicas de marketing para igreja e estratégias de manipulação de pessoas.



Oremos pelo resgate da essência do cristianismo! Voltar às raízes não é retrocesso, é não perder a verdadeira missão.