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segunda-feira, 15 de abril de 2013

RESPEITE E DÊ VALOR AS EMOÇÕES DO SEU FILHO


 



“E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores” (Lc 7.13)

Como vai a saúde emocional do seu filho (filha)?  Vamos começar refletindo sobre três razões por que os pais devem se preocupar em criar um filho (a) emocionalmente saudável:

1)               Nossas emoções determinam a qualidade e o significado da nossa vida.

2)               Nossas emoções influenciam cada parte da nossa vida.

3)         Nossas emoções ajudam-nos a definir nossos valores.

Portanto, podemos afirmar que o sucesso ou o fracasso na vida depende do nosso estado emocional.

Os pais devem lembrar-se de que o sentimento está sempre vinculado ao valor que damos às coisas ou às pessoas. Aquilo que para os pais não significa muito, para o filho pode ter um valor especial. Por exemplo, uma paquera, um amigo, um animal de estimação, uma bicicleta, um tênis, uma camiseta, um brinquedo, um passeio que não deu certo, tudo isso pode ter muito valor para um filho. Os pais que exercem sua missão com essa consciência nunca brincam com as lágrimas do filho. Já vi meninos e meninas chorando intensamente pela morte de um cachorro que foi atropelado; outros, por causa de um tênis que sumiu; e outros, por causa de uma pipa que escapou da linha e foi levada pelo vento. Como os pais devem reagir diante das lágrimas do filho que chora por algo que, na concepção do adulto, pode ser “banal”? Nunca obriguem os seus filhos a reprimir suas emoções, “engolindo” o choro e menosprezando seus sentimentos. Desqualificar as emoções de um filho pode provocar um trauma, fazendo com que ele se feche e nunca mais demonstre seus sentimentos. Essa é uma das causas por que muitos adultos têm dificuldade de expressar suas emoções. Você respeita os sentimentos do seu filho?

Quando a minha filha Letícia tinha quatorze anos, ela me disse: “Pai, eu gosto de um jovem membro da igreja e ele quer vir falar com o senhor”. Como pai, eu nunca havia passado por aquela experiência, até porque eu só tenho uma filha e dois filhos. Eu poderia ter reagido assim: “Você não tem o que fazer? Será que você não percebe que ainda é uma criança? Ainda está com gosto de leite materno na boca? Já que é assim, eu não quero vê-la conversando com esse rapaz em lugar nenhum, porque se eu pegá-los vou arrebentar os dois. E saia daqui. Você estragou o meu dia”. Pais que reagem assim quase sempre “perdem” a filha, provocando a ira e gerando no coração dela um tipo de raiz de amargura. Lembre-se, respeito gera respeito.

Apesar de achar muito estranho o que estava acontecendo, pois eu pensava que minha filha iria se preocupar com isso só depois de se formar na faculdade, e diante de tudo o que ouvi, pedi à Letícia que se sentasse, fechei a porta do escritório e passei para ela todas as lições de um seminário que eu ministro para os adolescentes nas igrejas. Depois de mostrar para ela que não era interessante envolver-se em um namoro sendo ela ainda tão nova, que aquele era um tempo para ser investido nos estudos e para construir bons relacionamentos, pensei: “Acho que consegui convencê-la a mudar de ideia”. Mas quando eu terminei, ela olhou para mim com os olhos lagrimejando e disse: “Pai, ele pode vir falar com o senhor hoje à tarde?” A verdade é que, quando uma adolescente está apaixonada, ela não consegue pensar em outra coisa a não ser no “amor-paixão”.

Procurei lidar com aquela situação da forma mais sensata e prudente possível para que ninguém saísse machucado. Hoje minha filha tem vinte e dois anos, não se casou com aquele jovem, dedica-se aos estudos e continua servindo a Jesus e tem a mim, seu pai, como seu grande amigo. Respeitar as emoções do filho é fundamental para construir confiança a fim de que ele se abra para ouvir o que os pais precisam dizer. Nenhum filho ouve, de forma responsável, um pai que não sabe respeitar suas emoções. Como você tem reagido às emoções do seu filho?

O DÍZIMO DEVE SER PRATICADO À LUZ DO NOVO TESTAMENTO?




 


O dízimo representa a décima parte do fruto do nosso trabalho consagrada a Deus. É uma expressão da fé, do amor e da gratidão do cristão pelo favor divino que lhe assegura a vida e o sustento espiritual e material. Essa ordenança da Lei mosaica (Levítico 27.32), que no Antigo Testamento assegurava o sustento dos sacerdotes e dos levitas, já era praticada antes de Moisés. Abraão e Jacó, por exemplo, entregavam o dízimo de tudo o que possuíam (Gênesis 14.18-20; 28.22). Além de ser uma ordenança, o dízimo sempre envolveu bênçãos de prosperidade, conforme Provérbios 3.9,10 e Malaquias 3.10-12.

No Novo Testamento, não há nova regra para o dízimo. Jesus não condenou nem ab-rogou essa prática; apenas criticou o comportamento hipócrita dos religiosos que davam dízimo para se autopromoverem, sonegando o mais importante da Lei: o juízo, a misericórdia e a fé (Mateus 23.23).

O Senhor se agrada daquele que dá voluntariamente e com alegria (2 Coríntios 9.7), e não daquele que apenas cumpre uma obrigação religiosa, por medo de atrair uma maldição ou de ir para o inferno.

O cristão genuíno é conhecido pelo amor, pela fé, pela obediência e pela submissão ao Todo-poderoso. É impossível desassociar o dízimo e as ofertas de certas virtudes fundamentais da vida cristã. Logo, dar o dízimo atesta se o cristão crê em Deus e na Sua Palavra, se reconhece que Ele é o Provedor, se lhe é grato e se deseja contribuir para o evangelismo e o estabelecimento efetivo do Reino de Deus em cada coração.
A despeito disso, existem muitos cristãos que não percebem que dar o dízimo é um privilégio. Eles não conseguem entregar nem 10% do seu salário à causa do evangelho. Esse apego ao dinheiro demonstra um materialismo exacerbado e até avareza, um pecado de idolatria (Colossenses 3.5). E foi para evitar isso que o Senhor instituiu o dízimo.

Quando devolvemos a Deus os 10% que Ele requer para que haja mantimento em Sua casa, estamos dizendo que Ele é o Senhor da nossa vida, que reconhecemos que tudo que somos e temos vem dele e pertence a Ele; somos apenas os mordomos.

O cristão que entrega o dízimo demonstra ter visão espiritual, fé nas promessas de Deus, compromisso com a igreja, com sua liderança e com a causa do evangelho, e será ricamente abençoado pelo Senhor.

SUGESTÕES DE LEITURA:
2 Crônicas 29; Malaquias 3.10-12

Fonte: http://www.verdadegospel.com/o