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quarta-feira, 29 de maio de 2013

EDUCAÇÃO CRISTÃ, RESPONSABILIDADE DOS PAIS

EDUCAÇÃO CRISTÃ, RESPONSABILIDADE DOS PAIS: SUBSÍDIO PARA LIÇÃO BÍBLICA DA CPAD


Desde as sociedades tribais pré-históricas, a família exerce um papel fundamental na educação dos filhos. A ausência do Estado, das classes, do comércio e da escrita, dispensava a existência de escolas. As crianças aprendiam com os adultos, em especial a família, questões que envolviam os valores espirituais e morais, assim como atividades práticas para a sua sobrevivência (trabalhos manuais, caça, pesca etc.).

Esse modelo de educação "informal" se estendeu por longos anos em sociedades nômades, seminômades e sedentárias, até o advento das grandes cidades, da escrita, das transformações técnicas, da produção excedente, da comercialização e dos inovadores pensamentos sobre política e democracia.

Numa perspectiva bíblica judaico-cristã, observamos este tipo de educação nos seguintes textos:

Porque eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para praticarem retidão e justiça; a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado. (Gn 18.19)

E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este? Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou. (Êx 12.26-27)

E naquele mesmo dia farás saber a teu filho, dizendo: Isto é pelo que o Senhor me tem feito, quando eu saí do Egito. E te será por sinal sobre tua mão e por lembrança entre teus olhos, para que a lei do Senhor esteja em tua boca; porquanto com mão forte o Senhor te tirou do Egito. (Êx 13.8-9)

E quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que é isto? Dir-lhe-ás: O Senhor nos tirou com mão forte do Egito, da casa da servidão. (Êx 13.14)

E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas. (Dt 6.6-9)

Quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que significam os testemunhos, e estatutos e juízos que o Senhor nosso Deus vos ordenou? Então dirás a teu filho: Éramos servos de Faraó no Egito; porém o Senhor, com mão forte, nos tirou do Egito; (Dt 6.20-21)

Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por frontais entre os vossos olhos. E ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te; E escreve-as nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas; Para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o Senhor jurou a vossos pais dar-lhes, como os dias dos céus sobre a terra. (Dt 11.18-21)

E falou aos filhos de Israel, dizendo: Quando no futuro vossos filhos perguntarem a seus pais, dizendo: Que significam estas pedras? Fareis saber a vossos filhos, dizendo: Israel passou em seco este Jordão. Porque o Senhor vosso Deus fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o Senhor vosso Deus fez ao Mar Vermelho que fez secar perante nós, até que passássemos. (Js 4.21-23)

Percebe-se nestes textos do Antigo Testamento, a participação e a importância da família na preservação dos valores espirituais e morais do povo judeu.

A figura dos agentes especializados para a tarefa de ensinar surge com a instituição do sacerdócio;

E falou o Senhor a Arão, dizendo: Não bebereis vinho nem bebida forte, nem tu nem teus filhos contigo, quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações; E para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo, E para ensinar aos filhos de Israel todos os estatutos que o Senhor lhes tem falado por meio de Moisés. (Lv 10.8-11)

Então o rei da Assíria mandou dizer: Levai ali um dos sacerdotes que transportastes de lá para que vá e habite ali, e lhes ensine a lei do deus da terra. (2 Rs 17.27)

No terceiro ano do seu reinado enviou ele os seus príncipes, Bene-Hail, Obadias, Zacarias, Netanel e Micaías, para ensinarem nas cidades de Judá; e com eles os levitas Semaías, Netanias, Zebadias, Asael, Semiramote, Jônatas, Adonias, Tobias e Tobadonias e, com estes levitas, os sacerdotes Elisama e Jeorão. E ensinaram em Judá, levando consigo o livro da lei do Senhor; foram por todas as cidades de Judá, ensinando entre o povo. (2 Cr 17.7-9)

E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao Senhor: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi ao Senhor vosso Deus, e ao seu povo Israel. (2 Cr 35.3)

Posteriormente, os profetas assumiram também essa tarefa;

Então enviou Saul mensageiros para prenderem a Davi; quando eles viram a congregação de profetas profetizando, e Samuel a presidi-los, o Espírito de Deus veio sobre os mensageiros de Saul, e também eles profetizaram. (1 Sm 19.20)

E foram cinqüenta homens dentre os filhos (discípulos) dos profetas, e pararam defronte deles, de longe; e eles dois pararam junto ao Jordão." (2 Rs 2.7)


Os filhos dos profetas disseram a Eliseu: Eis que o lugar em que habitamos diante da tua face é estreito demais para nós. (2 Rs 6.1)

Durante e após o período do cativeiro na Babilônia, surge a figura do escriba, uma classe de mestres especializados, que copiavam, interpretavam e ensinavam a Lei:

[...] este Esdras subiu de Babilônia. E ele era escriba hábil na lei de Moisés, que o Senhor Deus de Israel tinha dado; e segundo a mão de Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe deu tudo quanto lhe pedira. [...] Porque Esdras tinha preparado o seu coração para buscar e cumprir a lei do Senhor, e para ensinar em Israel os seus estatutos e as suas ordenanças. (Ed 7.6, 10)

Apesar do surgimento destes "educadores especializados", a participação da família na educação dos filhos não foi abandonada. No livro de provérbios, escrito entre 950-700 a.C., encontramos as seguintes exortações;

Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes o entendimento. Pois eu vos dou boa doutrina; não abandoneis o meu ensino. Quando eu era filho aos pés de meu, pai, tenro e único em estima diante de minha mãe, ele me ensinava, e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive. (Pv 4.1-4)

Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele. (Pv 22.6)

Como já citamos, com o advento das grandes cidades, da escrita, das transformações técnicas, da produção excedente, da comercialização, dos inovadores pensamentos sobre política e democracia, a educação e a escola ganharam um novo formato. É no período da Grécia clássica que acontece algumas das grandes revoluções pedagógica. A pólisno intuito de formar os seus cidadãos, criam escolas especializadas para atender as suas demandas. No geral, a criança permanece em casa, com a família, até os sete anos. Após esse período, o Estado assume a sua educação (preparo físico, educação musical, formação cívica e militar, leitura e escrita, gramática, retórica etc.).

Podemos observar que apesar destas mudanças significativas, de onde surgem as nossas escolas modernas e as teorias pedagógicas, a Bíblia nos relata que a participação da família, em especial na formação dos valores espirituais e morais de seus filhos, ainda permanece:

[...] trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice e estou certo de que também habita em ti." (2 Tm 1.5)

Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. (2 Tm 3.14-15)

Como anda nos dias atuais a relação entre a escola, com os seus agentes especializados na arte de educar, e a família cristã? Qual o papel da escola e da família na educação e formação integral de seus filhos? A falta de repostas e confusões feitas sobre essas questões acabam por promover sérios problemas e distúrbios em nossa sociedade.

Há um verdadeiro jogo de "empurra", onde família e escola tentam transferir as responsabilidades da educação. Trocas de acusações tornam-se cada vez mais comuns. A escola culpa a família pelo desinteresse, insubmissão e não-aprendizado do aluno, e a família culpa a escola por tais problemas.

A escola afirma que é lugar apenas da aquisição de saberes diversos, transferindo a responsabilidade da disciplina, formação ética e moral dos alunos para a família. O pior, é que a família cristã, além de não estar envolvida no acompanhamento da aquisição destes saberes oferecidos pela escola, está também negligenciando a sua importância na formação dos valores espirituais, éticos e morais de seus filhos, querendo transferir para a escola (e para a igreja) tais papéis.

Família e escola não podem estar se digladiando, antes, precisam cooperar entre si no processo educativo e formador de cidadãos. Para que isso aconteça, uma integração maior precisa acontecer. A escola precisa assumir o seu papel de cooperadora na formação moral (o papel de formadora espiritual foi infelizmente abolido nesta sociedade pós-cristã e pós-moderna) e conhecer mais a vida familiar de seus alunos, enquanto a família precisa participar mais ativamente e efetivamente na vida escolar de seus filhos, sendo atores coadjuvantes dos professores no processo de aquisição de saberes.

Nenhuma outra instituição social é mais influente na formação do caráter, na educação, na disseminação de valores éticos, morais e espirituais do que a família.

De que maneira a família cristã pode cumprir na atualidade, o seu importante e fundamental papel na educação integral de seus filhos amados?


1. Mantendo, aplicando e ensinando no contexto familiar os princípios e orientações bíblicas quanto aos valores éticos, morais e espirituais judaico-cristãos;

2. Cooperando com a escola através das seguintes ações, prescritas na Cartilha "ACOMPANHEM A VIDA ESCOLAR DOS SEUS FILHOS":

-Matriculando seus filhos na educação infantil. Quanto mais cedo eles começarem a estudar, mais sucesso terão em sua vida escolar;
-Incentivando seus filhos a continuar estudando. Mostrando que, quanto mais eles estudarem, terão mais oportunidades profissionais e pessoais;
-Orientando seus filhos a cuidarem do material escolar( livros, cadernos, lápis, etc) e uniforme;
-Visitando a escola de seus filhos sempre que puderem;
-Conversando com os professores;
-Conversando com os seus filhos sobre a escola, os professores, os amigos, as tarefas, os conteúdos;
-Incentivando o hábito de leitura;
-Ensinando-os a dividirem bem o tempo para o lazer e o estudo.

Juntas, a família cristã e a escola serão instrumentos poderosíssimos para a influência e transformação de vidas, nessa caótica e transtornada sociedade pós-cristã e pós-moderna.

"A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho." (Art. 205 da Constituição Federal/1988)

"A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho." (Lei 9.394/96, Art. 2º)

BIBLIOGRAFIA

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2005.

ELLISEN, Stanley A. Conheça melhor o Antigo Testamento: esboços e gráficos interpretativos. São Paulo: Vida, 1991.

GEORGE, Sherron K. Igreja ensinadora. Campinas-SP: Luz para o Caminho, 1993.

PFEIFEFER, Charles F.; VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

JAEGER, Werner. Paidéia: a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

MARROU, Henri-Irénée. História da educação na antigüidade. São Paulo: EPU, 1990.

TEIXEIRA, Evilázio F. Borges. A educação do homem segundo platão. São Paulo: Paulus, 1999.

OBS: Texto publicado por este autor no livro “Uma Igreja com Saúde”, Arte Editorial, 2011, p. 68, sob o título “Educação, família e escola”.

A FAMÍLIA E A SEXUALIDADE

A FAMÍLIA E A SEXUALIDADE (PARTE 1) - SUBSÍDIO PARA LIÇÃO BÍBLICA

A FAMÍLIA E A SEXUALIDADE – A QUESTÃO INFANTIL E JUVENIL

A exposição de nossos filhos aos conteúdos pornográficos nunca foi tão alarmante. A educação sexual num lar cristão saudável, além de instruir biblicamente sobre a questão, protegerá os nossos filhos diante dos ataques num mundo “pornificado”.

O acesso às questões que envolvem a sexualidade e a pornografia ocorre cada vez mais cedo e em maior escala na vida das crianças e adolescentes. Alguns ambientes de acesso são:

O lar. Os primeiros contatos de uma criança com material pornográfico pode acontecer dentro de sua própria casa, num lar onde crentes e não crentes habitam, ou num lar totalmente cristão (há pais cristãos que infelizmente consomem conteúdo pornográfico). O material com conteúdo pornográfico pode ser revistas, livros, vídeos, videogame, TV a cabo, internet, etc. Observe o que afirma Pamela Paul sobre o assunto:

Quer os pais passem pornografia aos filhos deliberada ou inadvertidamente, quer tentem escondê-la deles ou consumi-la fora de casa, as crianças hoje entram muitas vezes em contato com esse mundo por sua própria conta e em geral nem sequer esperam pelo surgimento dos hormônios. Podem sintonizar um canal a cabo na televisão, descobrir um programa de acesso público ou pedir um filme pago. Podem ainda encontrar vídeo ou DVD na coleção do vizinho ou do irmão mais velho. Segundo um estudo de 1995 com adolescentes da Califórnia, conduzido por Gloria Cowan e Robin Campbell, 83% dos garotos e 48% das garotas de colégio declararam já ter assistido a vídeos ou filmes de sexo explícito [...]. Esses números são sem dúvida mais elevados atualmente, já que as crianças descobrem cada vez mais pornografia na Internet [...]. Aprender a curtir pornografia on-line está se tornando rapidamente a nova regra. Nos termos da pesquisa Pornified/Harris, 71% dos jovens de dezoito a vinte e quatro anos concordaram com o enunciado “Vi mais pornografia na Internet do que em outros veículos (revistas, cinemas, TV)” [...]. Um estudo realizado em 2004 pela London School of Economics revelou que 60% das crianças que usam regularmente a Internet entram em contato com a pornografia. A pronografia se integrou à cultura pop adolescente; a cultura do videogame, por exemplo, exalta a obscenidade. Uma fita de 2004, The Guy Game, mostra mulheres exibindo os seios quando dão respostas erradas num teste; o jogo, disponível em Xbox e PlayStation 2, sequer recebeu a classificação “Só para Adultos”.[1]

Muito embora a pesquisa seja no contexto dos Estados Unidos, a realidade está bem presente em nosso país. Dessa forma, além de trabalhar no sentido de não expor os filhos aos conteúdos pornográficos, tomando cuidado em não adquirir material pornográfico, bloquear canais de TV impróprios, instalar bloqueadores de sites e conteúdos pornográficos no PC, notebook, netbook, tablets, etc., os pais devem ser os melhores amigos de seus filhos, conversando sobre questões de sexualidade na medida em que isso se tornar necessário, e considerando a linguagem, o desenvolvimento cognitivo e moral da criança. Tratar de questões sobre sexualidade com crianças e adolescentes sem considerar esses fatores, pode causar transtornos, bloqueios, curiosidade exacerbada e outros prejuízos aos mesmos.

Se os nossos filhos não receberem educação sexual com respaldo bíblico em nossos lares, aprenderão em outros ambientes, com outras pessoas, e possivelmente com uma abordagem distorcida, liberal e relativista.

A Escola. No contexto brasileiro a educação sexual na escola se apresenta de maneira oficial e abusiva. Professores apresentam aos alunos conteúdos pornográficos em sala de aula, no laboratório de informática e em outros espaços sem constrangimento algum. Bom, num contexto onde a educação sexual é banalizada e distorcida, o que se pode esperar. 

A escola é um dos aparelhos ideológicos do Estado, e nela se reproduz através das aulas (discurso oficial), de cartilhas e panfletos (literatura oficial) a imoralidade e a banalidade que assola a sociedade pornificada, que zomba dos princípios cristãos e ridiculariza a Bíblia, e tudo isso aprovado e recomendado pelos órgão oficiais de educação. O vídeo abaixo fala por si só, e apresenta sérias denúncias sobre o tema aqui em questão:


Vale salientar, que nem todo contato com questões que envolvem sexualidade e pornografia parte de professores. Muitos alunos buscam por si mesmos nos laboratórios de informática da escola ou faculdade, em revistas, nos seus celulares com acesso a Internet, nas conversas em grupo, etc. o contato com o mundo da pornografia (sexualidade pervertida ou distorcida).

Os pais crentes precisam saber de uma vez por todas que é impossível monitorar e controlar seus filhos vinte e quatro horas por dia. Então o que fazer? Antes de tudo, fortalecer a confiança nas relações familiares e aumentar a quantidade e a qualidade do diálogo, da conversa franca, do papo aberto e amigável. Precisamos também cobrir nossos filhos com oração, pedindo a ajuda de Deus nesse processo tão difícil, contra essa astuciosa arma de Satanás para destruição de nossas crianças e jovens, contra esse poderoso atrativo da carne que é a pornografia e o ensino distorcido e pervertido sobre sexualidade.

Pais e filhos devem entender que a sexualidade foi criada por Deus, mas uma vez praticada sem considerar os fundamentos da Palavra, torna-se pecado.




[1] PAUL, Pamela. Pornificados: como a pornografia está transformando a nossa vida, os nossos relacionamentos e as nossas famílias. São Paulo: CULTRIX, 2006, p. 167 e 173.