BEM VINDO A TODOS!

terça-feira, 10 de setembro de 2013

RESPONSABILIDADES CIVIS DO CRISTÃO

ADMEP - ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA




LIÇÃO 10:
RESPONSABILIDADES CIVIS DO CRISTÃO



ALUNA: JULLYNE SILVA
DATA: 08/09/13

Pedro e os demais Apóstolos afirmaram: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.’ Atos 5:29 -Quando, respondendo a uma cilada dos fariseus, Jesus disse “Daí a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Lc 20:25), Jesus definiu, claramente, que o cristão tem responsabilidades de duas naturezas: espirituais (para com Deus) e civis (para com o Estado). Quando se chocam, quando se conflitam, a vontade de Deus e a vontade dos homens, a vontade de Deus deve ser posta em primeiro lugar.

A Bíblia, ensina claramente que as autoridades (chamadas também de potestades) são instituídas por Deus com o fim de preservar a ordem, a moral e a justiça, para que o homem, em sua vida de sociedade organizada, não desande por caminhos que venham a prejudicar os direitos e a paz de cada um, individualmente, e da coletividade (Rm 13:1-5).
  
Não se deve entender, porém, que Deus tenha instituído determinadas pessoas, mas sim o princípio de governo e de autoridade cujos fins estão mencionados nos v. 3 e 4 de Romanos capítulo 13. Quando pessoas corruptas alcançam o poder, pervertem a instituição de Deus, contribuindo para a injustiça, a violência, a exploração, a desordem e a corrupção. Tornam-se, às vezes, terror para os que fazem o bem. Claro está que tais pessoas não merecem a aprovação de Deus e nem a nossa.

I.          RESPONSABILIDADES CIVIS DOS CRISTÃOS

Reconhecido que o princípio de governo e da autoridade provém de Deus, fica estabelecido que os cristãos, ao invés de insubordinarem-se devem ser, ao contrário, os melhores cidadãos. E quais são seus deveres?

1.   Responsabilidade de Sujeição (Rm 13:1-5).
O cristão deve obediência às autoridades de sua pátria. Essa obediência não se deve originar do temor a elas, mas sim da própria consciência, que reconhece ser a obediência a elas dá vontade de Deus. Essa mesma verdade está também registrada em Tito 3:1 e I Pe 2:13,14.

2.  Responsabilidade de Honrar (Rm 13:7).

A honra que se deve às autoridades é o respeito, a dignificação, o enobrecimento das autoridades por todos os cristãos. É errado o trato desdenhoso, zombeteiro, de deboche e de desprestígio para com as autoridades, mesmo que elas não sejam de correntes políticas de nosso agrado.

3.  Responsabilidade de Pagar Impostos (Rm 13:7).

Os impostos visam ao sustento das próprias autoridades e, portanto, à manutenção de seus serviços e ao bem geral da coletividade. Pagamos impostos e recebemos escolas, calçamento e saneamento de ruas, postos de saúde, policiamento, garantias jurídicas, proteção militar, etc.… O cristão deve contribuir com seus impostos alegremente.

4.   Responsabilidade de Orar (I Tm 2:1-8)

Não basta obedecer, honrar, pagar impostos. Deus quer que oremos pelas autoridades. Muito podemos cooperar com os homens públicos se por eles orarmos.

5.  Responsabilidade de Participar.
A democracia abre para os cristãos a oportunidade de participarem diretamente dos governos. A responsabilidade do cristão vai além da responsabilidade de votar bem. O cristão deve, mesmo, procurar ocupar lugares públicos elevados. É legítima a participação do cristão na política.
  
Cristão precisa colocar sua fidelidade a Deus acima de qualquer outra responsabilidade. Sua obrigação de obedecer aos homens só vai até quando eles estiverem dentro de suas funções e não invadirem o terreno da fé. O profeta Daniel desobedeceu ao rei quando esse deu ordem de que ninguém orasse a qualquer deus (Daniel 6:10). Os Apóstolos, admoestados severamente, a não ensinarem mais sobre Jesus, continuaram a ensinar, e ainda deram, diante das autoridades testemunho de fidelidade a Deus e ousadia, dizendo-lhes importar antes obedecer a Deus que aos homens (Atos 5:29). Se sofremos pela nossa fidelidade, regozijemo-nos. É desonroso, alguém sofrer nas mãos das autoridades por algum delito, mas é glorioso sofrer pelo testemunho da nossa fé.

O Cristão deve ser sempre um bom cidadão. Sendo-o, estará dando demonstração do valor do Evangelho na vida do ser humano. Embora seja lícita a participação do cristão na política de seu país, não esqueçamos de que a nossa principal missão é a pregação do Evangelho para a salvação dos pecadores.

A finalidade espiritual da obediência às autoridades, do cumprimento dos deveres civis, é taparmos a boca dos ignorantes que falam mal do Evangelho (I Pe 2:15). O cristão que é mau cidadão realmente dá péssimo testemunho de sua fé.

O cristão não pode ser revolucionário. Isso não quer dizer que se acomode à maldade e à injustiça. Pelo contrário, ele tem um dever a cumprir: pregar contra o mal dando sua própria vida por Cristo, se necessário for. É cristão alguém se deixar matar por pregar contra a injustiça. Tenhamos cuidado com a pregação arrogante, odiosa, violenta, e anti-bíblica.

Daí, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Lc 20:25). Aí está o equilíbrio que deve ter o cristão: nunca um fanático desobediente. Nunca um apóstata subserviente ao Estado, mas um servo consciente, capaz de pagar com a vida a fidelidade a Deus, e incapaz de lesar, ao mesmo tempo, os direitos do Estado.




Seminário Bíblico Estudando a Palavra
VENHA ESTUDAR CONOSCO!
Se Informe Sobre o Curso.
3361-2047.

Watchman Nee

Watchman Nee



Watchman Nee

Watchman Nee (倪柝聲 pinyin: Ní Tuòshēng, 1903 - 1972) foi um influente líder cristão chinês no período anterior ao regime comunista.


Vida
Nee converteu-se ao cristianismo aos 17 anos de idade quando era aluno da Faculdade Trinity em Fu Tchow, preferindo ser evangelista a ter carreira universitária. Após a sua conversão mudou seu nome de Nee Shu-tsu para Nee To-sheng, pois havia um costume local de que sempre que acontecia um evento que mudasse uma pessoa, esta pessoa mudava de nome, no caso de Nee, foi sua conversão ao Cristianismo. Depois adotou um novo nome em inglês "Watchman" (Sentinela) e um novo nome chinês "To-sheng", o qual significa "alarme de sentinela", porque ele se considerava como uma sentinela levantada para soar um alarme na noite escura.

Inicialmente trabalhou com a Igreja Metodista, porém, descontente com as igrejas denominacionais, Nee aderiu aos Irmãos de Plymouth. A congregação de Nee em Xangai logo cresceu, chegando a ter 3.000 membros, obrigando-o a realizar algumas mudanças – ele multiplicou a igreja em 15 grupos familiares, apelidando-os de "Pequeno Rebanho". Cada grupo familiar, centrado no evangelismo, consistia de até 200 



Meu Autor Predileto!