BEM VINDO A TODOS!

sábado, 19 de outubro de 2013

“TRABALHO E PROSPERIDADE”




EDMEP – Assembleia de Deus Ministério Estudando a Palavra

Aluno: Luiz Afonso



Dia 20/10/13

Lição 3


“TRABALHO E PROSPERIDADE”


Introdução: A necessidade de trabalhar faz parte da natureza do homem.  Esta afirmação é verdadeira pelo fato do homem ter sido criado “a imagem e conforme à semelhança de Deus”. Assim, o homem não foi criado para ser inerte, parado, sem vida. Trabalhar é estar em ação, em atividade. O trabalho feito com prazer, especialmente por aqueles que têm consciência de que estão cumprindo a vontade de Deus, não apenas dignifica o homem como também o vitaliza, pois, conforme afirmou Salomão, “em todo o trabalho há proveito...” (Pv 14:23).

Para o homem sem Deus, ou até para aquele que se diz “crente”, mas não conhece a Palavra de Deus, trabalhar se torna uma obrigação, um agente gerador de ansiedade. Trabalham, mas, trabalham de mal com o trabalho, vendo na pessoa do patrão, um agente escravizador. Isto não pode acontecer com aquele que conhece a Palavra de Deus. Afirmo que o trabalho foi instituído por Deus, mesmo antes da queda do homem. Trabalhar, portanto, significa cumprir a vontade de Deus. Para um filho de Deus ter um trabalho e poder tirar dele sua subsistência deve ser considerado como uma benção, não como um sacrifício. Você já agradeceu a Deus, hoje, pelo seu emprego, ou pela sua profissão?


I.              A METÁFORA DO CELEIRO E DO LAGAR - (Pv 3:9,10)

Honra ao SENHOR com a tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e trasbordarão de mosto os teus lagares”.

Lagar:

“Palavra que é usada indiscriminadamente a respeito do instrumento no qual as uvas eram esmagadas, ou a respeito do balde que aparava o suco daí resultante. Sua plenitude era sinal de prosperidade, enquanto que quando o lagar estava ‘seco’ havia a representação simbólica de fome.

“É o vocábulo usado metaforicamente em Is 63:3, e também em Jl 3:13, onde o lagar cheio e transbordante indica a grandeza do morticínio de que o povo estava ameaçado.

1. A dádiva que faz prosperar. Dentre as muitas metáforas usadas por Salomão para se referir ao trabalho, encontramos a metáfora do “celeiro” e do “lagar”. O sábio aconselha: “Honra ao SENHOR com a tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e trasbordarão de mosto os teus lagares”. Aqui, temos um apelo a favor do uso apropriado das posses materiais. No final das contas, o homem é um mordomo, e tudo que ele tem pertence a Deus (Salmos 50:10-12 e 24:1). Quando ele honra a Deus com parte do seu progresso, ele vai ser abençoado materialmente - “e se encherão os teus celeiros”. Temos aqui um princípio de mordomia e não uma garantia de riquezas materiais. Podemos confiar a Deus as nossas dádivas e que Ele garante a provisão das nossas necessidades materiais (Mt 6:33). O mordomo cristão nunca precisa temer que vai ser o perdedor ao dar a Deus (Ml 3:8-10). Ninguém perde porque crê ou porque obedece. O homem de Deus não é um servo relutante, mas um mordomo feliz e responsável.

Não podemos ser influenciados pela maneira de pensar deste mundo (Rm 12:2). Para alguns, o "TER" passou a ser mais importante que o "SER". O materialismo estimula as pessoas a viverem para TER. Porém, a ênfase do cristianismo bíblico está em viver para SER. Somos desafiados a viver para sermos santos, luz do mundo e sal da terra em meio a uma geração que vive para TER. É evidente que como seres terrenos temos que trabalhar com ousadia, integridade e dedicação para conquistar os recursos materiais necessários para nossa sobrevivência e contribuir para o reino de Deus. Contudo, a Bíblia condiciona a prosperidade do homem a uma vida de obediência ao Senhor. Não é possível ter-se felicidade, bem-estar, alegria, sucesso e êxito se o indivíduo não cumprir a lei do Senhor, não O buscar de todo o seu coração.

2. A bênção que enriqueceA bênção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores” (Pv 10:22). Não podemos negar e nem deixar de ser gratos por essa vida, pois, para os crentes e demais homens, ela é um testemunho da bondade e misericórdia de Deus. Os bens materiais, inclusive o dinheiro, são bênçãos que Deus nos concede para usufruirmos dele e beneficiar o próximo e a obra de Deus. Seria hipocrisia de nossa parte negar que o dinheiro é um bem apreciável, pois quanto mais recursos financeiros uma pessoa possui, mais oportunidades ela tem para oferecer uma educação melhor aos seus descendentes, investir em sua saúde, adquirir bens que serão utilizados de forma razoável e confortável, e abençoar a obra de Deus de forma generosa. Mas, precisamos entender também que o dinheiro é um ótimo servo, mas um senhor impiedoso se o colocarmos nessa posição também. Se não tivermos nossas vidas diante de Deus, perderemos o foco da verdadeira prosperidade: um relacionamento com o Doador, e não com a dádiva. Não foi à toa que Jesus falou contra Mamom e os perigos do relacionamento com ele.

Fazer a vontade de Deus e manter uma estreita comunhão com Ele é o segredo para se ter uma vida próspera.

II.           A METÁFORA DA FORMIGA - (Pv 6:6-11)

Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio. A qual, não tendo superior, nem oficial, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento. Ò preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco de sono, um pouco tosquenejando, um pouco encruzando as mãos, para estar deitado, assim te sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado” (Pv 6:6-11).

1. As formigas sabem poupar. Em Pv 6:6-11, o sábio nos adverte a aprender com as formigas. Numa época em que as mudanças ocorrem numa rapidez que nos atordoa, nossa única defesa é a tentativa de antecipar, como as formigas fazem, o amanhã e nos prepararmos, desde já, para responder aos desafios que o futuro nos apresentará. O segredo para ter mais segurança quanto ao futuro é fazermos planos e trabalharmos baseados neles agora. A conhecida passagem de Tiago 4:13-16 nos diz para não fazer planos, e sim para nos darmos conta de que todos os planos para o crente são declarações de fé. É a nossa maneira de dizermos: “Senhor, é isso o que acreditamos que quer que façamos, e é isso que temos a intenção de fazer. Se quiseres nos dirigir para o outro caminho, estamos abertos à tua orientação. Enquanto isso, prosseguimos adiante pela fé”. Portanto, precisamos fazer planos e oferecê-los como declarações de fé ao Senhor como nosso compromisso a Ele. Prepare-se, pois seu futuro depende, em grande parte, do que você fizer hoje.

2. A Bíblia condena o preguiçoso. Sobre a Preguiça, a Bíblia diz: “A preguiça faz cair em profundo sono, e a alma enganadora padecerá fome” (Pv 19:15); “Pela muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa” (Ec 10:18). Num mundo competitivo como o nosso, ninguém pode se dar o luxo da preguiça. Com acerto afirmou Elifaz a Jó: “Mas o homem nasce para o trabalho, como as faíscas das brasas se levantam para voar” (Jó 5:7). Isto corrobora a nossa afirmação de que o trabalho foi instituído por Deus e que é uma exigência da natureza do homem. Em sendo assim, e assim é, então queremos crer que não existe crente que conhece a Palavra e que seja preguiçoso. Isto porque o crente, sendo nascido de novo, é filho de Deus; como filho, ele é participante da natureza divina, conforme declara Pedro: “Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua glória e virtude, pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina...” (2 Pedro 1:3-4). Assim, crente que é filho de Deus não pode ser preguiçoso, pois, a inércia, a inatividade, e outros atributos que caracterizam a preguiça, não fazem parte da natureza Divina. Lembre-se: o tempo é matéria-prima da vida. Precisamos tomar consciência de sua importância e de como aproveitá-lo melhor.

III.        A METÁFORA DO LEÃO (Pv 22:13; 26:13)

Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas” (Pv 22:13). “Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas” (Pv 26:13).

Aqui nestas duas metáforas, vemos as desculpas esfarrapadas do preguiçoso. Esse é o tipo de pessoa que sempre acha boas razões para justificar a sua preguiça – “mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem” (Pv 26:16). Note-se que o preguiçoso não é nenhum anormal. Frequentemente é um homem comum que usou desculpas demais, recusas demais e adiamentos demais. Isso explica, pelo menos em parte, por que a pobreza chega à casa dele. Ela surge como um ladrão, e nada à pode impedir, porque é o fruto da indolência e da procrastinação – “assim te sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado” (Pv 6:11).

Para superar a preguiça, devem ser dados alguns pequenos passos em direção à mudança. É necessário estabelecer uma meta concreta e realista, verificar quais são os passos necessários para alcançá-la e segui-los. Deve-se orar, pedindo a Deus força e persistência. Para que as desculpas não tornem alguém inútil, é necessário parar de dar desculpas vãs. A preguiça é mais perigosa do que um leão.

IV.      O TRABALHO E A METÁFORA DOS ESPINHEIROS - (Pv 24:30-34)

30. Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento;

31. e eis que toda estava cheia de cardos, e a sua superfície, coberta de urtigas, e a sua parede de pedra estava derribada.

32. O que tendo eu visto, o considerei; e, vendo-o, recebi instrução.

33. Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado,

34. assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado.

O preguiçoso só vê dificuldades. O caminho do preguiçoso não é cercado de espinhos, mas é como se fosse. O problema não existe, mas por causa de sua preguiça ele age como se existisse. O preguiçoso vê dificuldade em tudo. Ele não procura trabalho porque parte do pressuposto de que todas as portas da oportunidade lhe estarão fechadas. Ele não se dedica aos estudos porque está convencido de que não vale a pena estudar tanto para depois não ter recompensa. Ele só enxerga espinhos na estrada da vida enquanto dorme o sono da indolência.

É diferente a vereda dos retos. Mesmo que haja espinhos, o homem reto os enfrenta. Mesmo que a estrada seja sinuosa, ele a endireita. Mesmo que haja vales, ele os aterra. Mesmo que haja montes, ele os nivela. O homem reto é aquele que transforma dificuldades em oportunidades, obstáculos em trampolins, desertos em pomares e vales em mananciais. Ele não foca sua atenção nos problemas, mas investe toda a sua energia na busca de soluções.

1. Trabalho, prosperidade e espiritualidade! Enquanto passeava pelo campo, o sábio observou a vinha de um preguiçoso, e eis que tudo estava cheio de espinhos. Havia mato e urtigas por todo lado, e o muro de pedra estava em ruínas. O sábio extraiu uma lição desse episódio: o indivíduo que gosta de dormir muito e está sempre em repouso será assaltado pela pobreza repentina como quem encontra um ladrão armado. Se a preguiça nos afastar de nossas responsabilidades, a pobreza poderá afastar-nos do legítimo descanso que deveríamos desfrutar.

Aqueles que sucumbem à preguiça espiritual tem a vida (representada pela vinha) infestada de problemas (espinhos e urtigas) e não produzem fruto para Deus. As defesas espirituais (o muro de pedra) caem por terra, e Satanás expande sua área de atuação. Essa situação de desinteresse e apostasia resulta em pobreza de alma.

2. Trabalho, ócio e lazer. Um homem normal não pode viver sem trabalho. Não se trata de precisar ou não trabalhar pela sobrevivência; trata-se de uma exigência da natureza humana, e isto procede de Deus. Deus não criou o homem para viver em ociosidade. Quem, decididamente, se entrega ao ócio, e se deixa dominar pela preguiça, acaba doente. São estas pessoas as frequentadoras contumazes dos divãs dos psicanalistas, e dos consultórios dos psicólogos.

O trabalho é uma das demonstrações mais eloquentes da dignidade do ser humano. Ora, se Deus fez o homem para servi-lo, para que executasse tarefas que exaltassem o nome do Senhor, é praticamente intuitivo que todo e qualquer ser humano que se disponha a se submeter ao senhorio de Deus seja alguém que tenha no trabalho uma de suas principais marcas.



CONCLUSÃO: - O trabalho além de dignificar o homem, o faz prosperar. Diante do Senhor ninguém será considerado ‘mais crente’ por se ocupar somente de coisas espirituais e negligenciar as práticas materiais. Em muitos casos, aqueles que alegam ‘trabalharem somente para Jesus’, na verdade, estão dando trabalho para a igreja. Dizem que vivem da fé, mas, na verdade, vivem da boa-fé dos outros. A esses, mais uma vez Salomão aconselha: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio” (Pv  6: 6). Os homens mais espirituais da Bíblia viviam nos labores dos seus trabalhos.


Portanto, uma pessoa normal não pode viver sem trabalhar, mesmo não precisando prover sua subsistência. É claro que muitos, embora desejando trabalhar, são impedidos, quer por incapacidade física, mental, ou social. Estes, em sendo necessário, devem ser ajudados pelo Serviço Social da Igreja, ou por algum “irmão”, em particular. Por isto Paulo usou a expressão

“...se alguém não quiser trabalhar, não como também” (2 Tes 3:10)



                                              E-mail: lao.junior02@gmail.com



TRABALHO E PROSPERIDADE



ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

EBD - Escola Bíblica Dominical

Departamento de Educação Cristã


TRABALHO E PROSPERIDADE

20 de Outubro de 2013


TEXTO ÁUREO

“A Benção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores”

Provérbios 10. 22


VERDADE PRÁTICA

A Bíblia condena a inércia e a preguiça, pois é através do trabalho e da benção de Deus que prosperamos.



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

Provérbios 3. 9, 10; 22, 13; 24. 30 – 34



Estudo dos Alunos: 

Jose Mauro e Sandra





Objetivos

Compreender - as quatro metáforas da lição (do celeiro e do lagar, da formiga, do leão e do espinheiro).
Reconhecer - a importância e o valor do trabalho.
Saber -  que a prosperidade é fruto da benção de Deus, mas de muito trabalho também.



INTRODUÇÃO: - Nesta lição definiremos as palavras “trabalho e prosperidade”. Destacaremos que o trabalho foi criado por Deus antes do pecado para ser uma benção na vida do homem e que este imita ao seu Criador quando trabalha, ciente de que Deus o abençoa. Veremos também exortações bíblicas quanto aqueles que são preguiçosos; pontuaremos ainda a diferença entre ser rico e ser próspero; e, por fim, analisaremos quais os obstáculos que impedem o cristão de prosperar.

I – DEFINIÇÃO DA PALAVRA TRABALHO E PROSPERIDADE


O Aurélio define a palavra “trabalho” como “aplicação das forças e faculdade humanas para alcançar um determinado fim”; atividade coordenada, de caráter físico e/ou intelectual, necessária à realização de qualquer tarefa, serviço ou empreendimento”. No hebraico a palavra “ãmãl” é usada para se referir a “trabalho, labuta” (Gn. 41.51; Sl 105.44). Já a expressão “prosperidade” vem da palavra “prosperar” que por sua vez significa: “tornar-se próspero; progredir; desenvolver-se”. No contexto da nossa lição o trabalho é a causa e a prosperidade é a consequência na vida daquele que trabalha e agradece a Deus entregando-lhe o dízimo, as primícias da sua renda (Pv 3.9,10).


II – TRABALHO: UMA BENÇÃO DADA POR DEUS AO HOMEM

O trabalho é uma bênção de Deus e é necessário aos homens Pois comerás do trabalho das tuas mãos, FELIZ SERÁS, e te irá bem” (Sl 128.2). “Em todo trabalho há proveito” (Pv. 14.23-a).

2.1 O trabalho veio antes do pecado do homem. Diferente do que algumas pessoas imaginam, o trabalho não é o julgamento de Deus por causa do pecado de Adão (Gn 3.17-19). Se examinarmos corretamente as Escrituras, veremos que Deus colocou o homem no jardim do Éden para o “lavrar e o guardar”, ou seja, para trabalhar antes mesmo da desobediência ao Senhor (Gn 2.15). Adão já trabalhava antes de pecar, cuidando do jardim. Uma das consequências do pecado, além da morte, foi que o trabalho seria “penoso e suado” (Gn 3.19)e isso não significa que ele seja amaldiçoado por Deus. “Não é, pois, bom para o homem que coma e beba e que faça gozar a sua alma do bem do seu trabalho? Isto também eu vi que vem da mão de Deus” (Ec. 2.24).

2.2 O trabalho não foi o resultado do pecado. Desde a criação de Deus que o homem foi colocado no jardim para “trabalhá-lo, “cultivá-lo” (Gn 2.15) do hebraico “âbad”. A maldição (Gn 3.16-17) era apenas “a dor e a fadiga” que haviam de acompanhar o trabalho, não o trabalho em si. Isso é destacado quando Lameque diz, por ocasião do nascimento de Noé, que este “nos consolará dos nossos trabalhos e das fadigas de nossas mãos, nesta terra que o Senhor amaldiçoou” (Gn 5.29).


2.3 O homem “imita” seu Criador quando trabalhaAo trabalhar seis dias e descansar ao sétimo, Israel imitava a Deus ao criar o“kosmos” (Gn 2.1-2). O profeta Isaías disse que Deus trabalha“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera” (Is 64.4). Jesus fez também a seguinte declaração: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” (Jo 5.17).


2.4 Deus honra aquele que trabalha. Temos vários exemplos na Bíblia, de homens que sempre trabalharam para se manterem e não serem “pesados aos seus irmãos”como por exemplo: Davi era pastor de ovelhas (1Sm 16.19, 2Sm 7.8), Amós ganhava a vida como boieiro (Am 1.1), Jesus era carpinteiro (Mt. 13.55; Mc. 6.3), Paulo era fabricante de tendas (At. 18.1-3). “Vós mesmo sabeis que, para o que me era necessário, a mim e aos que estão comigo, estas mãos me serviram” (At 20.34). “Trabalhando com nossas próprias mãos” (1Co 4.12-b). “Porque bem vos lembreis, irmãos, do nosso trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós…” (1Ts 2.9). “…nem, de graça, comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós” (2Ts 3.8).


III – EXORTAÇÃO BÍBLICA AQUELE QUE É PREGUIÇOSO


O livro de Provérbios é o livro bíblico que mais faz alusões ao defeito da preguiça, ou indolência, descreve o preguiçoso como “indivíduo que gosta de dormir”. O preguiçoso não cuida de suas propriedades, nem de suas plantações, pelo que também está sujeito a padecer fome, em contra partida aquele que trabalha prospera (Pv 6.6,9; 13.4; 15.9; 24.30; 26.13-16). A condição do preguiçoso é tão lamentável que mesmo tendo alimento para comer, ele tem preguiça de levá-los a boca (Pv 19.24). Vive criando desculpas esfarrapadas para nada fazer, como aquele que diz que há um leão solto nas ruas, o que o impede de ir ao trabalho (Pv 22.13). Ele se dá por sábio ao evitar trabalhar dizendo que está evitando o desgaste físico, preferindo as fantasias do que o trabalho, que na sua concepção é cansativo e difícil (Pv 13.4; 21.25). Fazendo assim o preguiçoso não somente cai em desgraça mas também leva a ruína aquele a quem tiver de prestar algum serviço (Pv 10.26).


IV – A DIFERENÇA ENTRE SER RICO E SER PRÓSPERO


A verdadeira prosperidade não é sinônimo de riqueza material, como muitos pensam. Nem sempre um homem rico pode ser considerado como próspero e, da mesma maneira, não podemos dizer que um homem pobre não possa ser próspero. A diferença consiste em possuir a benção de Deus sobre o que se tem (Dt 11.27; 16.17; 28.2,8; Ef 1.3). Nas Sagradas Escrituras, ser próspero não significa, necessariamente, possuir riqueza e bens materiais. José, por exemplo, era próspero, mesmo quando estava como escravo, ou até mesmo na prisão (Gn 39.2,3; 39.23); Daniel e os três jovens hebreus prosperaram em Babilônia, mesmo na condição de cativos (Dn 3.30; 6.28). A prosperidade depende, principalmente, da obediência a Deus, e à Sua Palavra (Nm 14.41; Dt 29.9; Js 1.8; I Rs 2.3; II Cr 24.20; Sl 1.1-3)


V – OBSTÁCULOS PARA QUE O CRENTE NÃO PROSPERE


5.1 A negligência quanto ao dízimo. O Dízimo, é uma oferta entregue voluntariamente à obra de Deus, constituindo-se da décima parte da renda do servo de Deus. Antes da Lei, já encontramos alguns exemplos de entrega dos dízimos:

Abraão (Gn 14.18-20; Hb 7.4); e Jacó (Gn 28.18-22). Mas, foi na Lei que Deus estabeleceu princípios para a entrega dos dízimos. O Senhor Jesus não apenas reconheceu a importância da prática do dízimo, mas também recomendou (Mt 23.23); e, o apóstolo Paulo, escrevendo aos coríntios, fez referência ao dízimo para extrair o princípio de que o obreiro é digno do seu salário (I Co 9.9-14 cf Lv 6.16,26; Dt 18.1). Eis alguns princípios que estão envolvidos na prática do dízimo: (1) OBEDIÊNCIA, pois é um mandamento do Senhor (Nm 18.21-32; Dt 12.1-14; 14.22-29; Ml 3.10); (2) GRATIDÃO reconhecendo que tudo o que temos é porque Ele tem nos dado (I Cr 29.14; Sl 103.5; Mt 11.6; Rm 11.36); (3) SERVIÇO, pois entregando o dízimo estamos contribuindo na manutenção da obra do Senhor (Ml 3.10). Logo, não dizimar é ser desobediente, ingrato e negligente com a obra de Deus. E sendo assim o crente sofrerá a punição do Senhor (Ml 3.7-9).

5.2 O desequilíbrio na mordomia dos bens. Muitas pessoas não conseguem prosperar, principalmente na área financeira porque são desequilibradas quanto a administração daquilo que possuem. Vejamos alguns problemas do mal uso do dinheiro:

5.2.1 Consumismo – De acordo com o Aurélio, consumismo é o“Sistema que favorece consumo exagerado” é a “tendência a comprar exageradamente”. A Bíblia adverte: “O que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade” (Ec 5.10). Alcançar todos os bens que se deseja não dá a ninguém a satisfação plena. Paulo encontrou na pessoa de Cristo, o equilíbrio no que tange às coisas materiais (Fp 4.11).


5.2.2 Avareza – É o amor ao dinheiro, que causa uma verdadeira escravidão e dependência (I Tm 6.9,10). Deus não condena o dinheiro em si, mas, a ambição, cobiça, exploração, e usura. Abraão era homem muito rico; Jó era riquíssimo, antes e depois de sua provação (Jó 1.3,10); Davi, Salomão e outros reis acumularam bens e nenhum deles foi condenado por isto. O que a Bíblia condena é a ambição desenfreada pelos bens (Pv 28.20; Dt 8.11; Pv 11.28; Mc 4.19; Pv 23.4,5; Pv 28.11; Pv 5.10).


5.2.3 Dívidas – Muitas pessoas estão em situação difícil, por causa do uso irracional de benefícios oferecidos como facilidades pelo comércio, tais como: cartão de crédito, cheque, crediário, empréstimos, etc. As dívidas podem provocar muitos males, tais como: desequilíbrio financeiro, inadimplência, intranquilidade; provocando até certos aparecimentos de doenças, desavenças no lar; perda de autoridade e o mau testemunho perante os ímpios (Pv 6.1-5; 11.15).


CONCLUSÃO:

Certo pensador já disse: “o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário” e como pudemos ver, esta assertiva é verdadeira, pois o preguiçoso deseja tudo e nada tem (Pv 13.4). No entanto, biblicamente podemos destacar que além de trabalhar o crente deve ser grato a Deus entregando-lhe os dízimos, sabedor de que fazendo assim contará com a benção de Deus sobre a sua vida.

POR: Jose mauro e Sandra



TRABALHO E PROSPERIDADE




ADMEP – ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO ESTUDANDO A PALAVRA

EBD - Escola Bíblica Dominical

Departamento de Educação Cristã






TRABALHO E PROSPERIDADE

20 de Outubro de 2013


TEXTO ÁUREO

“A Benção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores”

Provérbios 10. 22


VERDADE PRÁTICA

A Bíblia condena a inércia e a preguiça, pois é através do trabalho e da benção de Deus que prosperamos.



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

Provérbios 3. 9, 10; 22, 13; 24. 30 – 34





Objetivos

Compreender - as quatro metáforas da lição (do celeiro e do lagar, da formiga, do leão e do espinheiro).

Reconhecer - a importância e o valor do trabalho.

Saber -  que a prosperidade é fruto da benção de Deus, mas de muito trabalho também.


Introdução: -  Na lição de hoje, veremos algumas das metáforas usadas pelos sábios para tratar da natureza do trabalho e sua importância. Elas revelam que labor é uma condição necessária à expressão humana. Ao observarmos o campo, a imagem de uma animal ou mesmo a atividade dos insetos, aprenderemos acerca da grandeza do trabalho. Era dessa forma que os sábios da antiguidade ensinavam, pois quando se entende tais metáforas, compreende-se melhor a natureza do trabalho.



Trabalhando



I.          O QUE A BÍBLIA FALA SOBRE PRÓSPERO?

1.        Quem Não Deseja Ter Uma Vida Próspera e Abençoada? É o desejo de todo ser humano e não há nada de erado em ser bem-sucedido. Mas, o que é ser próspero? embora cada um tenha uma definição própria, para respondermos a essa questão temos que recorrer às Escrituras Sagradas e observar o que é ser bem-sucedido à luz da Palavra.


§    A prosperidade em Provérbios está diretamente relacionada à obediência à Bíblia e à dedicação ao trabalho. No Antigo Testamento, a verdadeira prosperidade é primeiramente espiritual – bem diferente do que os administradores da teologia da prosperidade têm pregado e ensinado.


Uma vida bem-sucedida não é somente resultado do sucesso financeiro, mas, sim, da obediência a Deus, da fidelidade e da santidade (Pv 3. 3, 4).


§    Como Cristãos, podemos afirmar que nossas riquezas são e serão sempre intangíveis e nunca somente monetárias. Atualmente, os crentes têm sido iludidos quando o assunto é prosperidade.  Eles tendem a relacionar o ser bem-sucedido ao dinheiro e bens materiais. Muitos estão buscando desesperadamente os bens materiais. Querem ser ricos a todo o custo e acabam desprezando a Deus, tropeçando e perdendo o nosso bem precioso, a nossa salvação. Por isso Jesus a adverte em Mateus 16. 26. Não podemos ser influenciados pela maneira de pensar deste mundo (Rm 12. 2).


§    Para alguns, o “ter” passou a ser mais importante que o “ser”. Pertencer ao Reino de Deus está diretamente ligado ao “ser” – ser benigno, ético, compassivo etc.


§    Sabemos que a prosperidade não é somente resultado direto do trabalho e do esforço do homem, todavia sem trabalho não há prosperidade. A preguiça impede o homem de prosperar. O preguiçoso sonha, deseja, mas dificilmente alcança seus objetivos (Pv 13. 4; 20. 13; 23. 21). Precisamos nos dedicar ao trabalho, pois este dignifica o homem. Em Provérbios, encontramos uma série de exortações ao trabalho. O indolente é seriamente advertido (Pv 10. 26; 19. 15; 24. 30 – 34).  Muitos oram a Deus, mas não agem, não fazem a sua parte. Deus não vai fazer o nosso trabalho. A palavra de Deus relata que Jesus era um homem de dores e trabalho (Jo 5. 17). Segamos os passos do Mestre.


§  Além da preguiça, vejamos alguns outros obstáculos que impedem a prosperidade:

ü    Falta de comprometimento, de inteireza de coração (2 Cr 25. 2);

ü    Infidelidade a Deus. Não honra ao Senhor com as nossas primícias (Pv 3. 9, 10);

ü    Desobediência deliberada a Deus (Dt 28. 15);

ü    Falta de confiança no Todo-Poderoso.


II.          A METÁFORA DO CELEIRO E DO LAGAR - (Pv. 3. 9, 10)


Trabalhando


1.              Síntese das Metáforas – Metáfora e seu Significa:


a)           Do celeiro e do lagar – Uma vida abundante em Deus.

b)          Da Formiga – O compromisso intenso com o trabalho e a capacidade de se poupar o que ganhou.


c)    Do leão -  A concepção equivocada acerca do trabalho. Este não deve causar medo, mas satisfação e dignidade.

d)          Dos espinheiros -  Ociosidade na vida. A capacidade de nãos se apresentar qualquer disposição para o trabalho.


2.  A dádiva que faz prosperar.  -  Em Provérbios 3. 9, 10, está escrito que devemos honrar ao Senhor com nossas posses e com o melhor de nossa renda. O celeiro e o lagar transbordantes são metáforas que representam uma vida abundante! o celeiro, tradução do hebraico asam, é o lugar onde se deposita a produção de grãos. Quando transbordava era sinal de casa farta! (Dt 28. 8).
Mas o conselho do sábio mostra que isso só é possível quando há generosidade em fazermos a vontade de Deus


3.   A benção que enriquece. – No mesmo texto, Salomão fala dos bens e da renda adquiridos como fruto do trabalho. Mas a verdadeira prosperidade não vem apenas de nosso esforço, mas principalmente do resultado direto da benção do Senhor. É exatamente isso o que diz o sábio em Provérbio 10.22.


O celeiro e o lagar somente se encherão e transbordarão quando a benção de Deus estiver neles. A prosperidade integral só é possível com a presença de Deus em nossa vida.


ð  O celeiro e o lagar transbordantes são metáforas que representam uma vida abundante.


III.   A METÁFORA DA FORMIGA(Pv. 6. 6 -11)




1.    As formigas sabem poupar. – Vai ter com a formiga”.  A palavra hebraica usada aqui é yalak, e possui o sentido do “mover-se”, tomar uma atitude na vida (Pv 6.6).  - Até os insetos podem nos dar lições sobre o trabalho! O sábio Agur invoca o exemplo desses pequenos insetos (Pv 30. 25). As formigas possuem uma noção sofisticada de trabalho - “no verão [elas] preparam a sua comida”. Isto é, as formigas sabem poupar! elas não apenas trabalham, mas também poupam. É uma grande lição!


2.  As formigas sabem ser autônomas. – O texto de Provérbios diz que a formiga, mesmo “não tendo superior, nem oficial, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento”. [Pv. 6. 7, 8].


As formigas também são responsáveis e trabalham sem serem vigiadas. O erudito Derek Kidner observa o contraste entre elas e o preguiçoso, quando informa que a formiga não precisa de fiscal, enquanto o preguiçoso precisa ser advertido o tempo todo. A formiga discerne os tempos, o preguiçoso não!


ð    Na metáfora da formiga o sábio nos exorta a tomarmos uma atitude prudente diante da realidade da vida: trabalhar.





IV.      A METÁFORA DO LEÃO(Pv 22. 13; 26. 13).

1.     Conhecendo o leão. – A metáfora do leão se encontra em duas passagens do livro de Provérbios (22. 13 e 26. 13). Há uma pequena variante nesses provérbios, mas o sentido é o mesmo – o preguiçoso sempre arranja uma desculpa para fugir do trabalho! Ora o leão está “lá fora”, ora está “no caminho” e ora está “nas ruas!”. O leão é o mais forte dos animais, e a sua presença causa medo. O fato de o preguiçoso ver o trabalho como um leão significa que ele o encara como uma realidade difícil de ser enfrentada. Tem medo do trabalho do trabalho, assim como tem medo do leão!

2.    Matando o leão. – “Matando um leão por dia” é um provérbio popular que revela que a vida pode ser difícil, dura, mas tem de ser enfrentada. Não adianta ficar com medo do leão! Se há um leão lá fora, é o leão do qual falou o apóstolo Pedro, e ele está rugindo em busca de quem possa devorar (I Pe 5. 8). O preguiçoso será a sua principal presa!


ð    A metáfora do leão torna-se fruto da imaginação do homem, quando este busca um álibi para reforçar a sua inércia.






V.   O TRABALHO E A METÁFORA DOS ESPINHEIROS
(Pv 24. 30 34).


1. Trabalho, Prosperidade e Espiritualidade! O Aurélio define a palavra “trabalho” como aplicação das forças e faculdade humanas para alcançar um determinado fim”; atividade coordenada, de caráter físico e/ou intelectual, necessária à realização de qualquer tarefa, serviço ou empreendimento”. No hebraico a palavra “ãmãl” é usada para se referir a “trabalho, labuta” (Gn. 41.51; Sl 105. 44). Já a expressão “prosperidade” vem da palavra “prosperar” que por sua vez significa: “tornar-se próspero; progredir; desenvolver-se”. No contexto da nossa lição o trabalho é a causa e a prosperidade é a consequência na vida daquele que trabalha e agradece a Deus entregando-lhe o dízimo, as primícias da sua renda (Pv 3.9,10). [Estudo do aluno J. Mauro]. Já vimos que o trabalho possui também uma dimensão espiritual (Pv 3. 9). Isso vai de encontro àquilo que pensa o senso comum acerca do trabalho. Mas não é assim que pensa o sábio [Pv 24. 30]. Quando ele viu o campo do preguiçoso totalmente abandonado, cheio de espinheiros, a primeira sensação que teve foi de um “homem falto de entendimento”.


É interessante observarmos que, no hebraico, essa expressão vem carregada de valores espirituais. A palavra hebraica usada para “entendimento” é leb, significando coração, entendimento e mente.  A ideia é mostrar o que há no interior do homem – a espiritualidade. Andrew Bowling, especialista em hebraico é usado para indicar as funções imateriais da personalidade humana. Portanto, o trabalho é algo extremamente espiritual. ninguém será menos crentes porque trabalha, aliás, a verdade é justamente o contrário (Ef 4. 28; 2 Ts 3.10)!

2.       Trabalho, ócio e lazer!A análise do sábio sobre a inércia do preguiçoso, que favorece o nascimento de espinheiros dentro da plantação, é uma forma de ironizar o ócio dele (Pv 24. 33, 34). Não dá para prosperar mantendo-se de braços cruzados, e muito menos ficando eternamente em repouso! é preciso se mexer. Todavia, esse é apenas um aspecto da questão, pois quem trabalha precisa de descanso e também de lazer! Deus criou o princípio do descanso semanal (Gn 2.2). Precisamos, inclusive, de tempo livre para estarmos a sós com Deus e com a nossa família.


ð  Apesar de sua importância material, o trabalho é um assunto extremamente espiritual.






Conclusão: - Certo pensador já disse: “o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário” e como pudemos ver, esta assertiva é verdadeira, pois o preguiçoso deseja tudo e nada tem (Pv 13.4). No entanto, biblicamente podemos destacar que além de trabalhar o crente deve ser grato a Deus entregando-lhe os dízimos, sabedor de que fazendo assim contará com a benção de Deus sobre a sua vida. [Estudo do aluno J. Mauro]



§    AUXILIO BIBLIOGRÁFICOSubsídio Teológico


O Lazer e o Renascimento da Vida Sabática”. Os teólogos cristãos há muito têm afirmado que para que a vida atinja seu potencial espiritual pleno, deve ser vivida de maneira dialética e rítmica. O lazer e o trabalho merecem quantidades proporcionadas de tempo e energia. Deste modo a alma pode ser nutrida na contemplação e o corpo ocupado no trabalho. O trabalho não é o inimigo. O inimigo é um estilo de vida que resolve-se exclusivamente em torno do trabalho. A inteireza na vida vem de reconhecer e experimentar a interação dos ritmos de trabalho, descanso, adoração e divertimento. Surge o reconhecimento da capacidade deles revitalizarem-se uns aos outros quando lhes é dado o devido lugar. Uma volta aos ritmos do sábado tem implicações refrescantes para indivíduos, famílias e a sociedade, embora integrá-los com os padrões de vida agitados e destrutivos de fins do século XX venha a testar a resolução até do mais devoto”. (VOLF, Miroslav.  Trabalho in PALMER, Michael D. (Ed.) Panorama do Pensamento Cristão. 1 ed. RJ: CPAD, 2001, p. 272).







     Pastora, MARIA VALDA
      


E-mail da Igreja: igreja.admep@gmail.com